CORREÇÃO DA ABERRAÇÃO CROMÁTICA DA SUA LENTE NO CAMERA RAW E PHOTOSHOP

Olá, Amigos da EFO!!!

Hoje vou ensinar uma técnica muito simples e rápida usando o Camera Raw e o Photoshop para corrigir a aberração cromática melhorando a qualidade final das suas fotografias.

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Muito obrigado!!!

Abreijos … É NÓIS!!!! TAMUJUNTO!!! 🙂

Modelo: Mariana Alessandra
Make up/Hair: Mariana Alessandra
Styling: US
Making of (video em breve): Pedro Alexandre
Fotografia/Direção: Fernando Bagnola

Fernando Bagnola (by Max Moor)

Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984, atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de Workshops de Iluminação e Cursos à distância (Skype) por vídeo-conferência com alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.


portfolio: www.fernandobagnola.com               workshops: http://workshop.fernandobagnola.com

 

FOTOGRAFIA DE MODA | ILUMINAÇÃO TRIANGULAR COMBINADA EM EXTERIOR

APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL”
“ILUMINAÇÃO TRIANGULAR COMBINADA: LUZ NATURAL + FILL FLASH COM SPEEDLITE NA CAMERA + PHOTOGEL CTO 1/4 + FILL LIGHT NATURAL”

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Olá, Amigos da EFO!!!! (Y)

Quantas vezes eu ouço dos meus Alunos Individuais ou nos Workshops, esta frase: “-Eu preciso melhorar o meu equipamento!”

Quando eu pergunto qual equipamento esta pessoa tem, normalmente, a resposta é:

“-Você já tem tudo o que precisa para começar a ganhar dinheiro e não precisa gastar nada!!!”

Basta escolher um nicho de mercado que esteja adaptado ao equipamento e ir capitalizando até poder fazer um upgrade no equipamento e avançar para novas áreas da fotografia profissional.

Exemplo: Se você gosta de Fotografia de Moda, pode perfeitamente atender as Agências de Modelos, Bloggers de Moda, Books, … e não precisa de uma full frame já que as cameras atuais com sensor APS-C são muito mais baratas e o mais inteligente é investir em boas lentes que no futuro sejam compatíveis com uma full frame. O que vejo na maioria das vezes, é gente que tem uma camera caríssima e fica sem dinheiro para comprar uma boa lente optando por marcas alternativas por serem mais baratas … ERRADO!!!! (o mais inteligente é fazer o contrário pq a lente faz toda a diferença!!!)

Foi por isso que resolvi criar uma série de sessões onde uso uma camera EOS 20D com “só” 8,2 megapixels e desta forma provo que minha teoria funciona!!! Escolhi a objetiva 50 mm/2.5/ Compact Macro/ 1:1 (1/3 de fstop mais luminosa do que as 2.8 e me dá 1 fstop 32 em relação as que param no 22) que tem muita qualidade normalmente usada para os meus trabalhos de jóias em estúdio e um flash portátil 580 EX (anterior ao EX II) com o Photogel CTO 1/4 para utilizar em “modo” corretivo para reequilibrar o White Balance das zonas de sombra que tendem para Cyan (na faixa 6.500 a 7.000 Kelvin) … e pronto!!!

PHOTOGELS FILTERS 2

canon-eos-20d

ExpoImaging-Rogue-Flash-Gels

Canon-EF-50mm-f-2.5-Compact-Macro-Lens

Para tornar tudo muito mais adrenalizante, o autofoco dessa objetiva não é “Ultrasonic”(mais adequada para produtos) e, portanto, é muito lento para Moda, e isso me obrigou a usar o foco manual que é algo que já fazia no tempo da fotografia analógica.

O grande segredo do sucesso nunca está no equipamento e sim no cérebro de quem fotografa porque aqui há uma construção triangular associada à Lógica que a Fotografia contém e que poucos imaginam, infelizmente!

Usei aqui a fotometria manual com o meu inseparável fotômetro/flashmeter Minolta VF e comecei a fazer toda a fotometria a partir do fundo usando o Sistema de Zonas passando da Zona 5 para a Zona 8 como se estivesse expondo para as sombras para criar uma moldura mais clara para o corpo que estaria em contraluz.

Usei o cálculo do Numero Guia* deste flash (sempre em Manual) que é 58 para calcular a potência ideal dentro da Faixa Ótima* dos f/stops dessa lente que é de 7.1 a 18 (o Ponto Ótimo* é o fstop 11).

Resumindo a triangulação X, X/2 e X/4 (sempre com a precisão do fotometro/flashmeter para poder manter detalhes nos brancos que é fundamental na Fotografia de Moda):

X = Fundo
X/2 = Flash com metade da leitura fotométrica
X/4 = Fill light lateral da areia e paredão de pedra do lado direito.

Tenho absoluta certeza que todos os meus Alunos presenciais ou por SKYPE entenderam completamente tudo o que eu expliquei aqui e isso mostra, mais uma vez, que “O Cérebro é que tem de ser Full Frame e não a Camera!”.

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Fotografia/Direção: Fernando Bagnola

Fernando Bagnola (by Max Moor)Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984, atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de Workshops de Iluminação e Cursos à distância (Skype) por vídeo-conferência com alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.


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TÉCNICA DE ILUMINAÇÃO COMBINADA: “O QUE É A ILUMINAÇÃO COMBINADA??”

ILUMINAÇÃO COMBINADA: “LUZ NATURAL + FILL FLASH COM SOMBRINHA TRANSLÚCIDA + PHOTOGEL CTO 1/4 CORRETIVO

aOlá, Amigos da EFO!!!
 
Sei que pode parecer pretensioso, e não é esta a intenção, mas o termo “Iluminação Combinada” aplicado à Fotografia foi criado por mim e é uma das coisas que mais me orgulho nesta minha estrada de 30 anos de casamento feliz com a Fotografia. Se fizerem uma pesquisa no Google “Iluminação Combinada” vão ver que tudo o que aparece tem uma ligação direta com o meu nome (e isso é uma prova incontestável considerando que é o maior motor de busca da atualidade na internet) sendo que os outros links são todos fora da Fotografia e dizem respeito à venda de produtos de iluminação em geral.  A essência desta técnica está, incondicionalmente, ligada ao aproveitamento da luz disponível que é sempre a mais potente dentro do ratio entre as outras luzes e não o contrário. Ou seja, tudo é ajustado fotometricamente à luz natural que prevalece sempre e o flash (ou luz contínua artificial) tem, no máximo, 1/2 da leitura do fotômetro evitando que aconteçam sombras duplas ou cruzadas que estragam todo o trabalho, na minha forma de ver a construção desta iluminação que traz muita qualidade nos detalhes em todos os planos do enquadramento. Portanto, só há “Iluminação Combinada” se houver Luz Natural que seja o ponto de partida no comando todas as medições e a partir dela é que as outras são configuradas pelo ratio X, X/2, X/4, X/8 e dai por diante (X=potência total, X/2=1/2 potência, X/4=1/4 potência, etc).
 
Nesta fotografia de hoje, a luz frontal vem de uma janela que foi combinada com outra diametralmente oposta onde usei flash portátil com sombrinha translúcida que criasse brilhos lineares (e não pontuais) nas costas, corpo e nos ombros.
 
Como a luz da janela não era direta e estavamos em ambiente fechado, a temperatura Kelvin nas costas da modelo tendia para Shadow (6.500 K) que é um pouco mais para o cyan e “mata” os tons Red/Orange/Yellow (todos os meus alunos já sabem como isso é importantíssimo para um bom fotógrafo).
ESCALA KELVINPor essa razão, usei o Photogel CTO 1/4 (206) no flash (5.500K) que devolve o White Balance para tons mais “quentes” (3.700K) como se houvesse duas janelas opostas corrigindo os padrões RGB para níveis normais sem saturar por adição (veja a tabela de conversão que segue abaixo).
PHOTOGELS FILTERS 2ExpoImaging-Rogue-Flash-Gels
 
Como o chão era de madeira, achei que estava um pouco monótono como moldura do corpo e resolvi colocar um tecido azul para criar maior contraste entre cores complementares (opostas) para equilibrar graficamente os tons “frios e quentes”.E para deixar tudo muito bem explicado, aqui vai o esquema de iluminação:
Captura de tela 2015-03-11 15.37.19Se você gostou deste tutorial, subscreva a nossa newsletter e ajude a EFO com o seu valioso icone-curtir-facebook-contato (no final deste artigo).
Obrigado e até a próxima!!! É NÓIS!!! 🙂

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FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO BUTTERFLY DE CONTRASTE INVERTIDO”

Olá, Amigos da EFO!

Hoje vou ensinar como fazer um esquema de iluminação que funciona muito bem para Beauty, Moda e Retratos (Femininos) que pode ser montado com speedlites ou strobes de estúdio com o mesmo resultado final.

Eu dei o nome de “Iluminação de Contraste Invertido” porque normalmente a luz frontal é mais suave e a do fundo é mais dura. Porém, aqui eu inverti as sombrinhas e usei na frente a prateada que é mais dura e no fundo a translúcida que cria um tom cinza em gradiente (degradê) mais encaixado naquilo que eu queria como contraste geral da fotografia na relação entre todos os EV´s dos dois planos (fundo e modelo).

É uma iluminação Butterfly que vem dos anos 40 e 50 com um toque moderno já que exclui as Zonas 0, 1, 9 e 10 da Escala do Sistema de Zonas e mantive os entre as Zonas 2 e 8 lembrando o que eu fazia no tempo da fotografia analógica quando optava por reveladores mais suaves e depois fazia a ampliação usando filtragem 2 com Papel Multigrade (0 a 5).

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(modelo: Winnetoo / Make Up & Hair Omar Bergea / Foto: Fernando Bagnola)

Aqui está o esquema detalhado para que Vocês consigam praticar com segurança.

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Até a próxima!!!

Obrigado e um grande abraço!
TAMUJUNTO!!! 🙂

Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, África, Brasil e Portugal.
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FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO QUADRANGULAR COM 3 FLASHES PORTÁTEIS + REFLETOR”

“APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL EM ESTUDIO”                       (FUNCIONA DA MESMA FORMA COM STROBES DE ESTÚDIO)

FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO QUADRANGULAR DE 3 FLASHES + REAPROVEITAMENTO DA LUZ PARASITA COMO FILL LIGHT COM REFLETOR PRATEADO COM A LUZ PRINCIPAL EM FEATHERING LIGHT*”

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Bom dia, amigos!!! 🙂

Aqui há algumas técnicas de iluminação bastante interessantes que fui aprendendo nos meus quase 30 anos de fotografia profissional.

Vejo muita gente que “bota luz” quando deveria “iluminar” e que não faz idéia do que deve estar no raciocinio antes de fazer a escolha dos acessórios (modifiers).

Hoje vou praticamente dar uma aula sobre o assunto … E melhor de tudo … Grátis!!! 😉

Acho que até vou “inventar” um workshop para qualquer parte do mundo sobre “técnica de iluminação de estúdio com flashes portáteis e strobes” …

O que acham?!

Quem estiver interessado, é só entrar em contato comigo pelo facebook (inbox) e passamos 2 dias fantásticos onde ensino tudo o que sei sobre o assunto, ok?

A partir de agora, quero que cada um de vocês venha comigo e me acompanhe por esta  foto para que eu possa explicar os motivos que me levaram a escolher cada modifier:

1401190_10152141019866352_714537316_o(modelo: Jaque Martins / Make up & Hair: Omar Bergea / Styling: Vanessa M)

1) A luz de recorte feita com sombrinha prateada+um flash portátil em 1/2 potência (que pode ser  também strobe de estudio):

Dica: A  luz de recorte deve sempre ser calculada para se destacar das outras e a sombrinha prateada devolve a luz numa configuração entre soft (difusa) e contrastada criando uma linha que percorre o lado esquerdo da modelo desde o antebraço até a parte superior da cabeça.

2) A posição e ângulo da sombrinha manda uma parte da luz  1 cria o recorte mas a luz que se perde (luz parasita) passa pelo fundo e é recuperada pelo refletor prateado (2) fazendo o preenchimento (fill light) no lado direito da foto recuperando a textura dos cabelos (importante!!!)

 3)  Esta é nossa luz principal construida com um flash portátil+softbox 60×60 cm (daquelas bbb … boa, bonita e barata) apontada para o fundo (reparem) para que eu possa usar a lateral do modifier que dá uma luz muito mais interessante do que simplesmente apontar para a modelo como vejo tantos pseudo-formadores que andam por ai espalhados aos milhões (e ganhando muito dinheiro).

“Feathering light” é algo que uso há muitos anos e na prática significa que vc pode usar a posição não frontal da luz controlando a transição tonal das altas luzes para as sombras criadas pela lateral do modifier (melhores resultados com softbox ou beauty dish por terem a borda mais definida).

Vou bater na mesma tecla e repetir que a  precisão do flashmeter/fotometer é de 1/10 (décimos de fstop) enquanto no olhômetro/chutômetro só se pode ajustar de 1/3 de fstop!!!

O ”olhômetro”  pode funcionar razoavelmente bem quando todas as fontes são “limpas”, ou seja, sem qq modifier que como o próprio nome diz, “muda a luz” e isso muda, também, o numero guia de cada flash tornando impossível, pelo menos para mim, ajustar a luz com precisão e segurança na frente do Cliente.

Como já sei que muitos de vocês vão perguntar a minha opinião sobre “o melhor flashmeter” vou colocar aqui uma boa opção que tem a melhor relação custo x qualidade x benefício que muitos alunos compraram por ser mais barata e com possibilidade de regulagem dos incrementos de ev +/- 0,3 e isso já dá resultado coerente com cameras configuradas para variações de +/- 0,3 nos f/stops (terços).

Sekonik l308s e segue o video que ajuda muito:

4) Um snoot aqui entra completamente fora do “habitat” natural (\0/) que é como luz de cabelo que eu detesto pq tem sempre um efeito especular (brilho pontual mal distribuido) … Mas, aqui, está apontado diretamente para a região entre o queixo e a coxa onde os ev estavam em zonas muito distantes da escala do sistema de zonas como todos os meus alunos também já sabem!!!

Quem ainda não sabe o que é o sistema de zonas e como ele pode mudar (para melhor, claro!!) Completamente a sua fotografia, pode ver o meu e-book low cost que “cost” o mesmo que um café+pão com manteiga e está no link:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151308119816352&set=a.10150652094791352.447992.595591351&type=3&theater

A relação dos EV´s na fotometria ficou assim:

Flash 1: 1/2 potência no flash (a luz mais forte aqui)

Refletor 2: Usar a Lei do Inverso do Quadrado da Distância aproximando ou afastando até que a leitura no ombro seja igual à 1/2 da leitura do flash 1) ou usar a regulagem da potência diretamente no flash.

Flash 3: 1/4 potência no flash (seria 1/2 em relação ao flash 1)

Flash 4: exatamente a mesma leitura que estiver no ombro da modelo.

Fazer isso sem flashmeter e acertar tudo logo na primeira??!

Eu duvido!!!! 😉

Mas há quem não ligue à minima em estar ao lado do cliente num tal de clica>olha interminável … Mas não é o meu estilo!!!

Abreijos!!!!  … Tamujunto!!!

É NÓIS!!! 🙂

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Obrigado e um grande abraço!

Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
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