EFOtv STROBIST (HD) | FAÇA FOTOGRAFIAS COM NITIDEZ IMPRESSIONANTE USANDO NIK SOFTWARE E LAYER MASK

Olá, Amigos da EFO!

Essa video-aula foi produzida em tempo real durante um trabalho quando eu descobri uma forma de aumentar (muitoooooooo!) a Nitidez das minhas fotografias com a vantagem de poder escolher milimetricamente qual área eu quero melhorar.

(clique na foto para assistir a video-aula)

Nos primeiros 2 minutos eu explico detalhadamente como vai ser a video-aula onde abordo a construção técnica da iluminação STROBIST feita só com 1 flash portátil combinada com a luz natural, a fotometria ponderada e a pós-produção.

Fiquei tão contente que resolvi fazer uma pausa e ensinar hoje pra Você quase em tempo real o que aprendi hoje porque sei que é algo importante para todos nós, mas principalmente para quem ainda não tem uma camera full frame que poderá melhorar o resultado de forma bastante simples e rápida usando Layer Mask em conjunto com o plugin “Output Sharpener” que faz parte da suite NIK Software Collection que Você pode fazer download grátis em https://www.google.com/nikcollection/

Se Você gostar desta video-aula subscreva o meu canale deixa aqui o seu Like e também no meu canal do Youtube que é super valioso para que este projeto siga crescendo com força!!!  É NÓIS!!!! TAMUJUNTO!!! YEAH!!

Grande abraço e até a próxima!!!

SISTEMA CACTUS DE ILUMINAÇÃO STROBIST:
CACTUS RF60 X | CACTUS SOFTBOX CB60 | CACTUS V6 II

Fernando Bagnola

Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de Moda e Publicidade, vive em Portugal há 10 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil, USA, África e Portugal.

Embaixador da marca de equipamentos de iluminação Cactus:
http://www.cactus-image.com/ambassador-Fernando-Bagnola.html 
Portfolio: www.fernandobagnola.com               Workshops:
http://workshop.fernandobagnola.com

 

EFOtv (HD) | FOTOGRAFIA DE MODA STROBIST EM ESTÚDIO | CACTUS

Olá Amigos da EFOtv!!

Nesta video-aula eu resolvi ensinar desde a parte técnica da captação, o esquema detalhado da iluminação e o processo de pós-produção no Camera Raw & Photoshop.

É um tipo de iluminação que funciona muito bem para books de modelos, editoriais de moda e publicidade! Se você gostar, deixe o seu like que é muito importante para nós continuarmos com o projeto!

Abreijos … É NÓIS!!! 🙂

Ficha técnica:

Modelo: Jéssica Da Faia
Make up/Hair: Joana Magano
Styling: US
Fotografia & Direção: Fernando Bagnola

Fernando Bagnola, Fotografia Profissional e Formação Avançada
www.fernandobagnola.com

Fernando Bagnola

Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de Moda e Publicidade, vive em Portugal há 9 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil, África e Portugal.

Embaixador da marca de equipamentos de iluminação Cactus:
http://www.cactus-image.com/ambassador-Fernando-Bagnola.html 
Portfolio: www.fernandobagnola.com               Workshops:
http://workshop.fernandobagnola.com

EFOtv Strobist (HD)| Invista com inteligência nos Equipamentos | Speedlites X Flashes de Estúdio

Olá Amigos da EFO!!!

Monte o seu estúdio investindo com inteligência em equipamentos de iluminação que servem para trabalhos de moda, publicidade, produtos, eventos sociais, etc.
 
Fiz este video para demonstrar aquilo que faço hoje em dia dentro do meu próprio estúdio profissional e também para que você pense muito bem antes de gastar sem necessidade.
 
Fica a dica de quem já está nessa estrada há mais de 30 anos e já testou muito equipamento nessa vida!!! 😉
 
É NÓIS!!! Tamujuntos!!! (Y)

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Fernando Bagnola

Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de Moda e Publicidade, vive em Portugal há 9 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil, África e Portugal.

Embaixador da marca de equipamentos de iluminação Cactus:
http://www.cactus-image.com/ambassador-Fernando-Bagnola.html 
Portfolio: www.fernandobagnola.com               Workshops:
http://workshop.fernandobagnola.com

APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL EM ESTÚDIO – ILUMINAÇÃO COMBINADA:

“APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL EM ESTÚDIO”
ILUMINAÇÃO COMBINADA: LUZ NATURAL + FLASH PORTÁTIL

IMG_8423 assinada IMG_8423
Uma sessão fotográfica feita com uma equipe excelente ao meu lado que tornou possível concretizar exatamente aquilo que eu pretendia como resultado final. E não custa repetir que um bom fotógrafo de moda é aquele que sabe jogar em equipe pois sem ela nada acontece.Como tenho alguns alunos espalhados pelo mundo que fazem o curso por videoconferência, também procuro usar equipamento (supostamente) incapaz de concorrer com as full frame (não é verdade!!!). Para essas sessões eu pego na minha velha camera 20d que tem 8,2 mpx (\o/) e com isso mostro (ou provo) que o melhor investimento é aprimorar a técnica, a postura profissional, a organização e acreditar que o mais importante é saber iluminar, independentemente de ser um flash portátil chinoca, uma vela, o sol, uma super cabeça de estúdio, flash portátil, …,
Sem super cameras full frame!!!
Sem equipamentos caros de iluminação!!!
Sem complicações técnicas!!! 
E, principalmente, sair dessa verdadeira mentira técnica sobre a falta de necessidade do flashmeter/fotômetro que enxerga a distribuição da luz em 1/10 e confere precisão decimal enquanto os “olhógrafos” (com todo respeito) proclamam que isso é coisa de do passado e de fotógrafos dinossauros … Como eu!Entrando agora na parte técnica, começando pela iluminação, há um flash portátil com difusor 14 mm sendo a luz principal (key light) ligeiramente deslocado para a esquerda para criar a sombra em forma de asas de borboleta (butterfly lighting) e na região do pescoço para dar destaque à linha do maxilar inspirada na fotografia preto e branco das Divas do cinema dos anos 40 e 50.(vale a pena pesquisar!!)Um pouco abaixo da linha inferior do enquadramento há um refletor prateado que diminui a diferença dos evs deixando as sombras com mais detalhe.

A luz que ressalta o brilho nos cabelos vem de uma janela que há no teto do meu estúdio e que fica bastante intensa em determinadas horas dos dias ensolarados.

E vem dai a maior dica aqui que é dar uma brincada com o white balance da camera para conseguir tingir zonas específicas da fotografia … Calma … Eu vou explicar melhor!!!

Há um leve tom azulado no fundo e nas altas luzes do cabelo (cyan) que é uma característica da temperatura de cor quando fotografamos na sombra com a opção daylight na camera … Afinal, dentro do estúdio é uma zona de sombra, assim como em outra sombra em exterior e o raciocínio é idêntico.

Achei que seria um “defeito” interessante no fundo branco mas isso também atingiu os tons da pele … E corrigi com photogel Red1/4 no flash portátil (todos os meus alunos aprendem isso comigo pois é importantíssimo dominar o assunto).

Escolhi Red porque ao mesmo tempo corrige a pele e satura (naturalmente) o baton.

Toda a fotometria foi feita pela luz do sol que vinha da janela do teto medida pelo modo “ambiente” do fotômetro (Minolta VF).

Na frente o flash portátil como expliquei acima, numa diferença de +4ev pois queria as altas luzes exatamente como aparecem aqui.

E pronto!!! Acabou!!!

Uma janela no teto … Um flash portátil com photogel numa fração de potência muito baixa (1/64) … Um refletor prateado sob o pescoço … Uma camera quase sem pixel nenhum … Hahaha … Uma modelo maravilhosa … Uma make up artist fantástica …

Para os que devem estar pensando …
“-Ah, mas eu não tenho uma janela no teto!”

É possível criar esse efeito com 2 flashes onde o que ilumina o fundo estiver com photogel CTB 1/4 (blue) apontado na mesma direção do que vemos aqui vindo de cima.

Abreijos ai e boas luzes prá vcs!!!

Tamujunto!!! 🙂

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Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
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FOTOGRAFIA STROBIST DE MODA & BEAUTY

Bom dia, Amigos da EFO!!!

EFO 3

Modelo: Alexandra Collares | Make up/Hair: Omar Bergea | Styling: Vanessa Moraes  

Resolvi tirar do meu Baú de Segredos uma das construções de iluminação criadas por mim que mais gosto de executar à qual dou o nome de ILUMINAÇÃO COMBINADA, por 3 razões principais:

1)      Por ser, literalmente, uma combinação de técnica STROBIST (flashes portáteis) assumindo o controle do disparo das cabeças de flash de estúdio juntamente com o aproveitamento da luz (fill light) através de 2 placas de esferovite brancas como mostra o diagrama que preparei.

 2)      A outra razão é porque cria uma volumetria interessante dentro de um ambiente high-key, o que não acontece normalmente nesse tipo de iluminação que tende para o aspecto mais “flat” nos padrões dos relevos em função dos EVs entre luzes e sombras muito mais próximos.

3)       É um esquema de iluminação que poder ajudar a quem quer entrar no mercado da Moda Editorial e também muito bem encaixado naquilo que as grandes agências de modelo precisam (e gostam).

EFO 1

Embora eu seja adepto fervoroso do flashmeter, sei que aqui em Portugal há uma linha de pensamento que dispensa esse importante equipamento já que, segundo esta corrente, “isso é coisa do passado analógico onde não havia possibilidade de avaliação pelo LCD ou pela análise do histograma.”

Acho isso uma grande … hmmm … deixe-me pensar bem antes de dizer isso para não ferir quem pensa assim … hmmm … uma enorme … hmmm … já sei … falta de precisão!!!  (sai bem dessa!\o/).

Para os que utilizam, ou não, o flashmeter o esquema de raciocínio é:

 1)      Construir essa “jaula” de luz conforme descrito em pormenor no diagrama lembrando sempre de manter ângulos de 45 graus ou que sejam múltiplos (90 graus, por exemplo).

 2)      Começar a medição fotométrica sempre de traz para frente pois isso evita estouros nas altas luzes provenientes das luzes de trás que criam esse recorte dos dois lados da modelo. Vale lembrar que a utilização de sombrinhas brancas é fundamental para que a característica da luz seja diferente da que vai preencher as sombras que é mais suave na combinação (sombrinha translúcida com retorno de luz nas placas de esferovite/isopor).        

Vamos então ao diagrama??!

EFO 2

Faça o primeiro disparo de teste e ajuste o que for necessário para que as altas luzes de recorte tragam detalhe da pele (se houver “estouros” vá fechando o diafragma de 1/3 em 1/3 de fstop até enxergar algum detalhe) … vou chamar de Medição 1.

3)      A partir dai vamos começar a ligar os flashes portáteis que ao final serão os comandantes (“por simpatia” como se diz em Portugal que significa por “célula fotoelétrica” no Brasil). A configuração deve sempre ser feita em modo MANUAL pois o TTL, segundo o que defendo, é para “fotógrafos lagartixas” e o manual mostra quem é “fotógrafo crocodilo”, da seguinte forma:

Medição 1 – 1 fstop = Flash à esquerda com sombrinha branca, ou seja:

Exemplo: Para os que não o utilizam a melhor combinação na camera foi 1/125 com fstop 8, o flash frontal à esquerda com sombrinha branca deverá estar em uma potência fracionada que dê fstop 5.6.

Para os que usam flashmeter tudo fica muito mais simples e rápido pois é fazer a medição 1 até obter os detalhes das altas luzes conforme expliquei e feito isso medir a parte frontal do rosto até obter 5.6.

4)      A outra luz frontal central com sombrinha translúcida tem a função que é criar um levíssimo preenchimento das sombras do lado direito (da foto) e deve ter 1/8 da potência que ficar definida para o flash portátil à esquerda e ajuda muito no catch light (esse brilho no olho que dá vida ao olhar num retrato).

Exemplo: Por hipótese, se depois do passo 4, o flash com sombrinha  branca em modo manual estiver com ½ o outro flash deverá estar regulado para 1/16 (já com a sombrinha, atenção!!).

5)      Ajuste as placas frontais que devem estar perfeitamente paralelas ao fundo de maneira que consiga enquadrar no espaço entre elas sem enxergar as luzes de recorte pois isso garante que não haverá invasão de luz na objetiva causando uma perda significativa de contraste ou flare em casos extremos (invasão de luz diretamente na lente causando aquelas manchas na imagem).

 6)      Essa luz cria uma zona de segurança de 2 metros (diâmetro à volta de modelo) onde a fotometria mantém-se a mesma (explorem!) e por isso serve também para trabalhos de corpo inteiro, para planos mais fechados como retratos ou mesmo close-up como esse que juntei ao diagrama para vcs poderem comparar com a foto que abre este tutorial.

 Abreijos, Galera!!!!! É NÓIS!!!! 🙂

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Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1994 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
portfolio: www.fernandobagnola.com                    workshops: http://workshop.fernandobagnola.com