APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL + CTO 1/4 EM MODA | STROBIST “

APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL+CTO 1/4 EM MODA| STROBIST:ILUMINAÇÃO COMBINADA: FILL FLASH EM BAIXA POTÊNCIA + LUZ NATURAL + BAIXA VELOCIDADE DE OBTURAÇÃO

Mariana Pereira

Postei esta foto porque quero mostrar que não se consegue controlar tudo durante uma sessão cheia de adrenalina como esta pq, cá entre nós, não é lá muito “normal” encontrar uma modelo linda, de lingerie, no meio de uma avenida em plena luz do dia, concordam?? … Mas é disso que eu gosto!!!

Gosto de A-dre-na-li-na na veia porque tinhamos que conseguir as fotos antes da polícia chegar!!!

Nestas situações uso o Número Guia do flash em combinação com a Lei do Inverso do Quadrado da Distância e configuro sempre a potência fracionada em modo manual para poder ter o flash sempre ali certinho na foto mas, por outro lado, uso o foco continuo (“Servo” na Canon e “Continuous” na Nikon) e em modo de disparo continuo também.

Escolhi um enquadramento que criasse uma linha diagonal no fundo (=+profundidade) ajustado para que a luz do sol (luz de recorte) evidenciasse as texturas em linhas verticais (=luz de relevo) que formam uma moldura para as curvas do corpo feminino.

Outro elemento bastante importante na cena aqui são as pessoas que criam um ambiente realista, com movimento em função da velocidade 1/30, aumentando a ação no segundo plano, trazendo uma emoção que acaba por dar aqui o toque interativo (de ação com a rua)  enquanto que o plano da modelo ficou sincronizado com o flash portátil que “congelou” a modelo.

Obs: (Estou com o photogel CTO 1/4 no flash que “rouba” 25% da potência final na luz do meu flash e isso ajudou também para este tom de pele tudo a ver com o styling e com a luz ambiente).

Fiquei esperando as pessoas se aproximarem e no momento certo … Clic!!!!
😉

Abreijos … Tamujuntu!!! … Bóra lá pra rua!!!

Modelo: Mariana Pereira
Make up/Hair: Cláudia Duque
Styling: US
Assistente: José Silva
Fotografia/Edição: Fernando Bagnola

 

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Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1994 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
portfolio: www.fernandobagnola.com                 workshops: http://workshop.fernandobagnola.com 

APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL EM MODA (MULTI STROBIST)

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ILUMINAÇÃO COMBINADA:
FOTOGRAFIA NOTURNA E A ILUMINAÇÃO DE MODA

Hoje resolvi colocar esta sequência de fotos por várias razões:
É uma foto noturna, de moda e iluminada com flashes portáteis!!
Três assuntos que despertam muito interesse num único tutorial.

 MONTAGEM

Quero, com isso, mostrar um bom exemplo de como podemos facilmente utilizar flashes portáteis que são muito melhores em exterior em comparação com os caríssimos geradores que custam muiiiiiiiiiiiiiito mais caro!!! ($$$$$$$)

Há alguns fotógrafos que usam bateria portátil com capacidade para 2 ou 3 tomadas para conectar as cabeças de flash de estúdio mas isso também engessa qualquer movimento que o modelo venha a fazer.

Este trabalho foi feito para um dos maiores nomes da moda masculina de Portugal, Nuno Gama, e era uma boa oportunidade de fazer algo diferente já que era fora de situações “normais” de estúdio ou exterior, menos parado, menos posado e que desse uma certa adrenalina pela dificuldade técnica implicada na cena que era noturna (a polícia passou duas vezes e pensei que iriamos passar a noite dando explicações sobre porque tinha um cara tirando a roupa em plena Avenida da Boavista que é uma via principal no trânsito do Porto/Portugal). Quem já fez cursos, workshops ou assistência para mim, sabe muito bem da importância que dou para que haja uma boa construção das 3 componentes mais relevantes na construção da iluminação e, principalmente, que o trabalho tenha >CONSISTÊNCIA< que significa ter uniformidade em todos os clics sem aquela coisa horrível de claro, escuro … luz certinha, luz erradona, luz mais ou menos, …, …, correndo o risco do cliente gostar de uma imagem que está errada do ponto de vista da iluminação e  termos que ficar dando desculpas porque a foto ficou uma m**** (= aquele barulhinho de pim de censura quando a gente fala alguma m****).

Por isso, chamei 3 dos meus melhores alunos até hoje que foram formados também com a intenção de tê-los comigo em situações de trabalho como meus assistentes e assim eles,  também,  ganham ritmo e aprendem sob pressão que é o mais importante para suas carreiras individuais. Aqui estão eles!!! … da esquerda para a direita, Pedro Faustino (2º), Edgar Tavares (4º) e Rui Rocha (8º)!!! Assim como uma sinfonia se faz com 7 notas, uma boa fotografia deve sempre ter essa afinação entre as luzes (ratios=diferenças entre os EV) para poder resultar bem e, principalmente em Moda, não há “O FOTÓGRAFO” e sim “A EQUIPE” de deve ter os créditos na divulgação … SEMPRE!!!!!

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Então vamos lá organizar a conversa:

Não é nenhuma novidade para os que me conhecem, ou seguem os meus tutoriais, que eu defendo firmemente a idéia de que podemos fazer fotos profissionais com equipamentos de entrada de gama (ao contrário do que dizem por ai) e nessas situações críticas aproveito para mostrar aos meus alunos que isso é verdade, além de colocar um pouco de adrenalina no ambiente com a minha velha amiga 20D com 8,2 megapixels que, supostamente, seria impensável e, como se já não bastasse, peguei a lente 18-55/3.5-5.6 do kit (juro!!!) que muitos dizem ser um “pedaço de plástico” … é tão antiga que nem estabilizador tem (para estas fotos em movimento ainda por cima … ui, agora sim eu começo a gostar porque me faz lembrar da adrenalina que era fotografar em filme (analógico) com cameras completamente mecânicas sem qualquer eletrônica (mesmo!!) e era tudo raciocinado na tela mental antes de clicar.

Poderia fazer com full frame … claro que sim … afinal tornaria tudo muito mais fácil! Porém, considerando que estava ali com alunos que não tinham esse tipo de equipamento, resolvi provar que tudo é possível desde que se entenda de LUZ!!!! Falando em LUZ … vou explicar a iluminação:

ESQUEMA DE ILUMINAÇÃO

KEY LIGHT (OU LUZ PRINCIPAL QUE VOU CHAMAR DE LUZ 1) FILL LIGHT (OU LUZ AMBIENTE QUE VOU CHAMAR DE LUZ 2) SEPARATION LIGHT (OU LUZ DE RECORTE QUE VOU CHAMAR DE LUZ 3) KICKER LIGHT (OU LUZES ESPECULARES=REFLEXOS PONTUAIS QUE VOU CHAMAR DE LUZ 4)

LUZES 1 E 2: Sempre sintonizadas com o mesmo RATIO (=potência) e com a mesma temperatura de cor que, neste caso, o flash frontal foi corrigido com técnica de gelling (photo gel laranja) CTO 1/4 na LUZ 1 para que não houvesse aquele aspecto esquisito que vemos muitas vezes pelo temperatura de cor do flash portátil mais para o daylight (5.500 > 5.600 K) “brigando” com os tons mais amarelos do ambiente (3000 > 4000 K). A LUZ 1 (KEY LIGHT OU PRINCIPAL) posicionada atrás de mim (acima dos meus ombros e apontada na direção do modelo) numa vara extensível que eu construi a partir daquelas que se usam para pintura de paredes (é sério!!!) e que adaptei um espigão de encaixe de tripé para poder colocar o suporte do flash portátil com um trigger (wireless). LUZES 3 (LUZES DE RECORTE): São esses brilhos que percorrem as laterais do corpo do modelo e o >recortam< do ambiente da Avenida desde os pés até os cabelos. Há dois flashes portáteis de cada lado do modelo, lembrando que os dois estavam com o dobro da potência da LUZ 1, caso contrário, só iluminariam e não cumpririam a função de recortar. IMPORTANTÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍMO: O ratio (potência) entre LUZ 1 E LUZ 3 DEVE SER DE +2 NO MÍNIMO PARA A LUZ 3 PODER SER VISTA COMO HIGHLIGHT.

AQUI NÃO HÁ CORREÇÃO NA TEMPERATURA DE COR EXATAMENTE PARA APROVEITAR O TOM PRÓPRIO DO DAYLIGHT (AO CONTRÁRIO DA LUZ 1 COMO EXPLIQUEI AI EM CIMA EM LUZES 1 E 2) LUZ 4 (LUZES ESPECULARES): São luzes que “acontecem” sem controle e são resultado de outras fontes existentes ao redor como estas que fazem parte da iluminação urbana. São muito úteis para criar profundidade na cena fotográfica adicionando luz que reforça os detalhes do segundo plano.

O mais importante é que isso mostra o potencial fantástico e qualidade profissional que VOCÊ pode conseguir sem ter que gastar rios de dinheiro atendendo, e muito bem, às expectativas técnicas que os “grandões” mostram por ai. E mais … com possibilidade de fazer fotografias com muito movimento pois os flashes portáteis são fontes autónomas que permitem ISO baixo na camera, são independentes, muito mais baratos e não pesam nada.

E para finalizar, escolhi um setup com ISO 400 pois assim consigo incluir mais da FILL LIGHT da locação que é muito relevante no resultado final (4 X ISO 100).

DICA: Faça tudo sempre em modo MANUAL … camera, flash, trigger … e comece sempre pela medição da Luz Ambiente (modo matricial) para não acontecer o que vemos tanto por ai quando o fotógrafo deixa o flash pensar por ele e não consegue criar uma Iluminação Combinada entre Luz Ambiente (contínua) e Fill Flash. Feita a medição, que neste caso deu 1/80 em ISO 400, use o numero guia do seu flash para calcular a abertura exata que faça a iluminação do modelo. Você pode estar pensando … 1/80??? … em movimento??? … o Fernando se enganou! Vou explicar, não se preocupe … é fácil entender!! Tenho “testemunhas”!!! 😉 Como este tipo de iluminação “anda” com o modelo, ou seja, se o modelo e os assistentes com os flashes laterais (recorte) dão um passo para a frente eu e o assistente com a luz frontal damos um passo para trás acompanhando o movimento e o foco se mantém inalterado … como acontece quando usamos a técnica “panning” em velocidades muito baixas para criar o efeito de arrastamento no fundo mantendo um carro focado. Vale lembrar que o flash também ajuda muito a congelar o movimento!!! 😉

Espero que tenham gostado, não fiquem só por aqui e EXPERIMENTEM!!!!!

Um enorme abraço a todos!!! É NÓIS!!! TAMUJUNTO!!!

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FICHA TÉCNICA:

Cliente: Nuno Gama / Modelo: DJ Rui Santoro (Elite Models) / Make up/Hair: Vanessa Souchet / Susel Souza / Styling: Nuno Gama / Assistentes: Edgar Tavares/Pedro Faustino/Rui Rocha / Fotografia: Fernando Bagnola

 


Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1994 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
portfolio: www.fernandobagnola.com                   workshops: http://workshop.fernandobagnola.com 

APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL EM MODA

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ILUMINAÇÃO COMBINADA:
LUZ AMBIENTE + FLASH PORTÁTIL (FILL FLASH DE PREENCHIMENTO)

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Olá, Amigos da EFO!!!

Tudo bem por ai??

Hoje eu escolhi uma foto feita com filme HP5/400 ASA/ILFORD para poder mostrar algo que a fotografia digital ainda não conseguiu porque no filme a extensão da gama dinâmica da escala de cinzas que é, efetivamente, de 0 a 10 dentro do sistema de zonas e quem ainda não sabe do que se trata, pode ler neste e-book que eu escrevi que custa o preço de um café com um croissant (link abaixo):

http://www.escoladefotografiaonline.com/o-sistema-de-zonas-sem-mitos/

Sentir a luz é fundamental para que você consiga captar todas as variações de cinzas mais sutís e, claro, entender a diferença entre a luz feminina e masculina como eu explico aqui: http://www.escoladefotografiaonline.com/fotografia-de-moda-e-a-luz-feminina/

Gosto do digital porque é só um outro suporte, mas, sinceramente, há uma grande diferença nas transições entre as zonas (as imagens a em tons de cinza com profundidade igual a 8 bits têm 256 valores de cinza possíveis e para quem conhece o sistema hsl combinado com a conversão em grayscale no camera raw consegue se aproximar muito do resultado analógico).

Neste caso, a medição parte do ambiente em modo matricial e o flash entra com uma diferença de -2ev, ou seja, metade da medição que deu o fundo para poder manter os tons de pele numa zona mais baixa da escala e dar destaque às altas luzes de recorte dos planos aumentando a sensação de profundidade.

Para quem tem fotômetro isso é muito mais fácil do que os que usam o “olhômetro” … Mas é possível também conseguir o mesmo resultado usando o numero guia do seu flash:

Abertura = numero guia / distância
(labertura é igual ao numero guia dividido pela distância)

Processamento:

Revelador: Microdol X Kodak 1:1
Temperatura: 20º +/- 2º C
Tempo: 13´00´´
Agitação: intervalo de 50´´ durante 10´´
Ampliação: Ilford pearl/multigrade/grau 4 para um maior contraste nas zonas polarizadas da escala (0 e 10).
Camera NIKON F4 / 80-200 2.8

Abreijos!!!

Modelo: L´equipe
Make up/hair: Henrique Mello
Styling: Wania Barroso
Fotografia: Fernando Bagnola

(Todos os direitos reservados)

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Obrigado e um grande abraço!

 


Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
portfolio: www.fernandobagnola.com                   workshops: http://workshop.fernandobagnola.com 

FOTOGRAFIA COM FLASH PORTÁTIL (STROBIST) BOUDOIR & LINGERIE

OLÁ, AMIGOS DA EFO!!!

ESTA FOI UMA SESSÃO FOTOGRÁFICA EM EXTERIOR COM MUITA ADRENALINA ONDE APLIQUEI DUAS TÉCNICAS DISTINTAS DE ILUMINAÇÃO COMBINADA TENDO SEMPRE EM MENTE O NUMERO GUIA E A LEI DO INVERSO DO QUADRADO DA DISTÂNCIA, APROVEITANDO A AÇÃO QUE DECORRE NO FUNDO E MOVIMENTO MAIS LIVRE PARA A MODELO NO PRIMEIRO PLANO.

NESTE VIDEO-TUTORIAL EU ENSINO UMA TÉCNICA STROBIST COM UM FLASH PORTÁTIL COMBINADO EM CONTRALUZ (FORTÍSSIMO) FAZENDO A FUNÇÃO DE PREENCHIMENTO DAS SOMBRAS DO PRIMEIRO PLANO (FILL FLASH NA MODELO) CRIANDO UM FUNDO MAIS BRILHANTE QUE AUMENTA A SENSAÇÃO DE PROFUNDIDADE.

O MEU ASSISTENTE NESTE TRABALHO, JOSÉ SILVA, FEZ UMAS FOTOS DE MAKING OF COM O SET UP DA ILUMINAÇÃO E EU VOU INCLUIR AQUI PARA QUE VOCÊS POSSAM “SENTIR” A LUZ E A ADRENALINA DE ESTAR NO LIMITE QUE É COMO EU GOSTO DE TRABALHAR PORQUE ASSIM SAIO DA ZONA DE CONFORTO E SEMPRE APRENDO MAIS UM POUCO PORQUE CONSIGO FAZER AQUILO QUE OS CONCORRENTES NÃO TEM CORAGEM DE FAZER. 😉

FOTO 1:
AQUI FOI O COMEÇO DE TUDO ONDE EU COMECEI A CONFIGURAR A LUZ DE RECORTE À VOLTA DA MODELO E AJUSTEI A FOTOMETRIA PARA QUE O FUNDO FICASSE EXPOSTO CONFORME O QUE EU PRETENDIA PARA NÃO TER QUE USAR DOIS FLASHES PORTÁTEIS LATERAIS E FAZER COM QUE A MARIANA FOSSE OBRIGADA A FICAR COMO UMA ESTÁTUA EM FUNÇÃO DA ILUMINAÇÃO … GOSTO DE FAZER SEMPRE O CONTRÁRIO, OU SEJA, CRIAR UMA ILUMINAÇÃO QUE ACOMPANHE A MOVIMENTAÇÃO DA MODELO E ISSO É FUNDAMENTAL PARA QUE O RESULTADO SEJA NATURAL, INESPERADO E ESPONTÂNEO QUE É O MEU ESTILO.

CONFIGURAÇÃO DO CONTRALUZCOMO O CONTRALUZ ESTAVA MUITO ALTO AINDA E DENTRO DO ENQUADRAMENTO, FUI UM POUCO MAIS PARA A DIREITA E ESPEREI ALGUNS MINUTOS E ASSIM CONSEGUI COLOCAR O SOL MAIS PERTO DOS PRÉDIOS QUE FUNCIONARAM COMO “BANDEIRA” CONTRA A INVASÃO DE LUZ NA LENTE ( E CONTROLE DO FLARE).

FOTO 2:
CONFIGURAÇÃO DO FILL FLASH
AQUI EU COLOQUEI O FLASH COM O TRIGGER (DISPARADOR WIRELESS) USANDO A TÉCNICA STROBIST (FLASH OFF CAMERA) E COMO JÁ SEI QUE O NUMERO GUIA É 58, AJUSTEI A POTÊNCIA DE FORMA QUE A ILUMINAÇÃO CHEGASSE AO RESULTADO MAIS PARA O “LOW KEY”.

DICA: UMA TÉCNICA QUE INVENTEI É LIGAR E DESLIGAR O FLASH ATRAVÉS DO TRANSMISSOR QUE FICA NA CAMERA COMO VÃO REPARAR NO VIDEO … E ISSO PORQUE ASSIM CONSIGO OBTER RESULTADOS DIFERENTES, TIPO, COM FLASH DE ENCHIMENTO OU SÓ COM A LUZ AMBIENTE QUE TRAZ UM TOM MAIS BAIXO NA ESCALA DO SISTEMA DE ZONAS.

PARA QUEM QUER DOMINAR ESSE ASSUNTO QUE É FUNDAMENTAL PARA QUALQUER FOTÓGRAFO QUE QUEIRA EVOLUIR TECNICAMENTE, AQUI VAI O LINK DO MEU E-BOOK LOW COST “O SISTEMA DE ZONAS SEM MITOS” QUE CUSTA O MESMO QUE UM CAPUCCINO E UM CROISSANT … 🙂

http://www.escoladefotografiaonline.com/o-sistema-de-zonas-sem-mitos/

TIREI O TRIPÉ DE LÁ E PEDI PARA A NOSSA MAQUIADORA FAZER A FUNÇÃO DE TRIPÉ HUMANO MANTENDO SEMPRE A MESMA DISTÂNCIA DA MODELO COMO VOCÊS CONSEGUIRÃO ACOMPANHAR NO VIDEO QUE ESTÁ NO FINAL DESTA EXPLICAÇÃO ESCRITA.

EU GOSTO DE “ESPREMER” AO MÁXIMO A CAMERA E TIRAR DELA TUDO O QUE FOR POSSÍVEL POR DUAS RAZÕES:

1) NÃO GASTAR DINHEIRO SEM NECESSIDADE!!! (SE FOR PRECISO E O TRABALHO PEDIR, CLARO QUE SIM!!!)

2) MOSTRAR QUE ESSA CONVERSINHA DE QUE A CAMERA É QUEM MANDA É PAPO DE QUEM NÃO CONHECE A FUNDO O PRÓPRIO EQUIPAMENTO.

POR ISSO, VOU COLOCAR AQUI MAIS DUAS FOTOS FEITAS EM CONDIÇÕES QUE FARIAM TREMER ESSES “FALADORES” … 🙂

FOTO 3:
O SOL FOI BAIXANDO E FICANDO MAIS PARA A ESQUERDA E LÁ FOMOS NÓS ATRÁS DELE PASSANDO PARA A CALÇADA MANTENDO A MESMA DISTÂNCIA DO FLASH PARA A MODELO COMO ANTES EM FUNÇÃO DO NÚMERO GUIA QUE NÃO SE ALTERA COM A MUDANÇA DA LUZ AMBIENTE E APROVEITO, SEMPRE, AS LUZES ESPECULARES (REFLEXOS NOS VIDROS, PAREDES, CHÃO) PARA CRIAR ALTAS LUZES DE RECORTE (AS FOTOS ESTÃO NO FINAL DO VIDEO EM SLIDESHOW).

SET UP CONTINUAÇÃO

UMA TÉCNICA BASTANTE SIMPLES QUE PERMITE QUE A MODELO ESTEJA LIVRE PARA QUE O TRABALHO TENHA RESULTADOS MAIS VARIADOS E ESPONTÂNEOS E INDICADA PARA BOOKS DE MODELOS, REVISTAS, COMPOSITES E INDÚSTRIA DE LINGERIE.

FIZ QUESTÃO DE USAR NESTA SESSÃO UMA CAMERA EOS20D COM 8,2 MPX (BEM VELHINHA) COM UM FLASH 580EX (BEM VELHINHO) E UMA OBJETIVA 100-300/3.5-5.6/MACRO/SEM ESTABILIZADOR (BEM VELHINHA) PARA PROVAR QUE É POSSÍVEL OBTER RESULTADOS PROFISSIONAIS DESDE QUE SE ENTENDA A PARTE TÉCNICA DE MEDIÇÃO DA LUZ E EDIÇÃO.

FOTO 4:
E, COMO AINDA NÃO ESTAVA SATISFEITO, FOI AQUI QUE RESOLVI SUBIR O ISO E IR MAIS FUNDO AINDA PARA TENTAR APROVEITAR O LINDO EFEITO “BOKEH” DAS LUZES COLORIDAS QUE FICARAM MAIS FORTES EM FUNÇÃO DA QUEDA TOTAL DA LUZ DO FUNDO (TEORICAMENTE, AS CAMERAS MAIS ANTIGAS SÃO HORRÍVEIS QUANDO PRECISAMOS DO ISO MAS, SINCERAMENTE, ACHO QUE HORRÍVEIS, NESSE CASO SÃO AS OPINIÕES DOS FALADORES QUE …)
(ACHO MELHOR EU FICAR QUIETO!) … 🙂

A FOTO MOSTRA, EXATAMENTE, A LUZ DISPONÍVEL E O RESULTADO COM A ENTRADA DO FLASH FAZENDO O PREENCHIMENTO DA MODELO TAMBÉM ESTÁ NO SLIDESHOW NO FINAL DO VIDEO:

SET UP BOKEH

AQUI VÃO DOIS EXEMPLOS:

Mariana Pereira

O SEU I LIKE É MUITO IMPORTANTE PARA A EFO PODER CRESCER!!!

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS!!!

É NÓIS!!! TAMUJUNTO!!!

MODELO: MARIANA PEREIRA
MAKE UP/HAIR: CLÁUDIA DUQUE
STYLING: US
MAKING OF/ASSISTENTE: JOSÉ SILVA
FOTOGRAFIA/COORDENAÇÃO: FERNANDO BAGNOLA


 

Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.

Fernando Bagnola (by Max Moor)

portfolio: www.fernandobagnola.com               workshops: http://workshop.fernandobagnola.com 

 

 

“APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL – GOLDEN HOUR (SUNSET)”


FLASH PORTÁTIL DUAL-POWER QUANTUUM  + BEAUTY DISH 72 CM 

FOTO 1:
Joana Colaço Golden Hour

(VELOCIDADE: 1/125 | F-STOP: 18 | ISO: 100 | FLASH: SIM)

OlÁ, Amigos da EFO!

Sou fotógrafo profissional há 30 anos e venho de um tempo onde não havia chance de estar no mercado sem estar preparado para a tremenda responsabilidade na hora de assumir um trabalho para um cliente e não tinha essa de “depois dou um jeitinho no Photoshop” (que nem existia).

Tudo tinha que estar correto no clic e para isso há um forma de raciocinar que faz toda a diferença no meu trabalho em digital que tem uma ligação concreta com as duas tecnologias e me permite explorar ao máximo o meu equipamento sem sair como louco comprando, comprando, comprando!!!

Tenho alunos espalhados pelo mundo (www.escoladefotografiaonline.com/testemunhos) e a palavra “comprar” é a primeira a ser proibida durante o curso para poder fazer com que o “ganhar” faça parte do pensamento de empresário e poderem rentabilizar tudo o que já investiram através de uma abordagem profunda dos seus equipamentos.

Digo, e repito sempre, “que quanto menos precisarmos de photoshop/lightroom, mais tempo temos para fotografar e conquistar novos clientes que querem profissionais que entreguem rapidamente o trabalho tratado sem gastar dias acertando o que ficou errado e que, no fim, entregam poucas opções para escolha” porque, na verdade mais dura, não dominam a técnica de fotografar.”

Neste tutorial o meu grande objetivo foi aproveitar os tons red/orange/yellow que só se conseguem na “golden hour” que deveria chamar “golden minutes” pois dura, no máximo, 15 minutos e criar  uma medição combinada feita com flashmeter e fotometer.

O equilíbrio entre a luz natural e o flash portátil é a parte mais importante do raciocínio do set up (nos poucos minutos) e eu uso (aqui principalmente) o fotometro. Partindo da medição do fundo, com o fotometro em modo “ambient” na zona 5 do sistema de zonas e escolho em que zona quero o resultado final, normalmente, zona 4 para ganhar mais “drama” na densidade das cores.

LIGHT SETUP JOANA COLAÇO

Feito isso, penso (aceleradamente!!!) Na iluminação frontal e descobri que o beauty dish é fantástico para iluminar planos mais abertos pois tem uma distribuição muito mais homogênea comparado com qq outro modifier (softbox, octabox, sombrinha, etc).

Procuro sempre trabalhar com velocidades entre 1/60 e 1/125 ajustando o ISO ideal (Lei da Reciprocidade) porque assim consigo fotografar com mais liberdade sem o tripé que é como eu gosto de escolher o enquadramento

Aqui vai uma dica “mais que top!” que é ajustar o balanço de brancos para 6.000 k na camera para que os tons de pele fiquem mais “quentes” (mais baixos na escala kelvin) ou, para os que ainda não são “íntimos” do menu das próprias cameras, ajustar o wb para uma situação “shade” que funciona bem.

Faço uma medição com o flashmeter por todo o enquadramento da modelo (cabeça, cintura e pés) para ter a certeza de que todos os evs são muito próximos com uma diferença máxima de +/-0,3 de fstop.

Tudo tem que estar preparado antes de 5 minutos dos “golden minutes”

Mais alguns exemplos dessa “golden session”: 🙂

FOTO 2:
Joana Colaço

(VELOCIDADE: 1/125 | F-STOP: 20 | ISO: 100 | FLASH: SIM)

FOTO 3:

Joana Colaço

(VELOCIDADE: 1/125 | F-STOP: 7.1 | ISO: 200 | FLASH: NÃO)

Reparem que na foto 3 o fundo está branco mas o primeiro plano está idêntico às outras e aparece definido … Eu explico …

Uma das bases da técnica da fotografia com flash (qualquer tipo) em combinação com a luz natural é:

  • O que controla a luz ambiente é a velocidade de obturação!!!
  • O que controla a intensidade do flash (na imagem) é a abertura!!!

Na prática, isso significa que se eu quiser um fundo bem definido tenho que ajustar pela velocidade sempre abaixo do sincronismo da camera e depois incluir o flash (fotos 1 e 2).

Na foto 3 com o fundo muito mais claro, o raciocínio é completamente diferente porque não há flash de preenchimento e a medição foi feita na pele com a própria camera em modo pontual o que pediu um aumento (+2ev) no iso (de 100 para 200) e a fotometria pediu uma abertura maior (3 fstops +0,3) fazendo com que o fundo ficasse com uma exposição completamente diferente.

Para os que ainda não entenderam muito bem vou colocar algumas imagens e vai dar tudo certo … Não se preocupem … Vai ficar tudo muiiiiiiiiiiiito fácil de entender!!!

SET UP DA ILUMINAÇÃO:
SET UP

RESULTADOS DA ILUMINAÇÃO: FUNDO COMBINADO COM FILL FLASH

MONTAGEM EXPLICATIVA

DICA IMPORTANTE: Como na Golden Hour o sol está muito próximo da linha do horizonte, a própria modelo faz a função de “bandeira” para proteger a lente da invasão de luz (flare)..

Esta foi uma sessão que preparei especialmente para o meu irmão brasuca marco bavini quando veio do brasil para estudar comigo e participar dos devaneios fotográficos que rolou no sanatório de valongo https://www.youtube.com/watch?v=cDBUO48J5Ts

 

O seu  I LIKE (no rodapé) é muito importante para a EFO poder crescer!!!
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Um grande abraço a Todos,

É NÓIS!!! TAMUJUNTO!!!

Modelo: Joana Colaço
Make up/Hair: Diana Pereira
Fotografia: Fernando Bagnola | Luis Freitas | Marco Bavini

197px-Copyright.svg(TODOS OS DIREITOS RESERVADOS –  COPYRIGHT 2014)



Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.

Fernando Bagnola (by Max Moor) portfolio: www.fernandobagnola.com                   workshops: http://workshop.fernandobagnola.com