EFOtv (HD) | STROBIST | MILAGRE!!! CACTUS V6, O TRANSCEIVER QUE RESSUSCITA SPEEDLITES!!!

Atenção, Strobistas!!!

Neste video eu explico como funciona o “START LEARNING”, uma função incrível do Transceiver Cactus V6 que foi capaz de ressuscitar o meu Speedlite CANON 580EX que estava morto e enterrado há 2 anos!!!

O que era prejuízo voltou a dar lucro!!! MILAGRE!!! Yeah!!! 😉

Abreijos!!! É NÓIS!!!

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Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de Moda e Publicidade, vive em Portugal há 9 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
Portfolio: www.fernandobagnola.com               Workshops: http://workshop.fernandobagnola.com 

FOTOGRAFIA DE MODA | ILUMINAÇÃO FEMININA PARA BOOKS, MODA, BEAUTY E RETRATOS

“ILUMINAÇÃO FEMININA PARA BOOKS, MODA, BEAUTY & RETRATOS”

CATARINA

Olá, Amigos da EFO!!!

Se não tiverem esse equipamento do esquema, substituam por flashes portáteis e vai funcionar muito bem!!!

Aqui há 4 fontes de luz sendo:

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2 laterais com 1/2 potência (luzes de recorte)
1 frontal com 1/2 potência (luz principal)
1 atrás da modelo com 1/2 potência para apagar as sombras da iluminação frontal mudando o fundo para uma zona mais alta da escala no Sistema de Zonas conforme explico no meu livro “O Sistema de Zonas sem Mitos para Moda, Beauty & Retratos.

(Info em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151308119816352&set=a.10150652094791352.447992.595591351&type=3&theater)

Quando vc usa dois flashes laterais em potência reduzida consegue igualar os EVs e incluir aquelas luzes que contornam o rosto, cabelos e o pescoço dando mais volume e aumentando a sensação de profundidade sem criar highlights de recorte.

Se não houvesse iluminação lateral, correria o risco de ter uma imagem “flat” (chapada) pela maior predominância da luz frontal.

Ter todos os flashes na mesma potência significa uma distribuição totalmente equilibrada em termos de EVs ao redor da área iluminada para que, por exemplo, o rosto não ficasse mais claro que o corpo tendo em conta que o fotômetro ajuda muito na afinação das cabeças de flash.

A escolha de ter todas as fontes de luz difusas aconteceu pq só assim me livrei dos brilhos especulares (pontuais) no make up que foi feito com pó de ouro altamente refletor.

DICAS:

1) Lembrando que o flashmeter aqui é indispensável, principalmente se os flashes portáteis não tiverem o mesmo numero-guia, ok??!

2) Os flashes portáteis em iluminação combinada devem estar com níveis de carga próximos entre eles pois isso afeta o padrão de reciclagem do flash.

3) É um setup que também funciona muito bem para planos americanos (meio corpo).

Experimentem!!! Obrigado e até a próxima!!! É NÓIS!!! :)

MUA/HAIR: Marta Roque
MODEL: Catarina Gonçalves Pinto

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Fernando Bagnola (by Max Moor)Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.

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APS-C X FULL FRAME | “O QUE TEM DE SER FULL FRAME É O CÉREBRO E NÃO A CAMERA!”

Bom dia, Amigos da EFO!!!

Hoje o estilo de”avião” vai ser outro porque Vocês estão acostumados a me ver fotografar outras “máquinas” de pele macia!  Porém, neste caso, ambas me (nos) levam à nuvens!!! 😉

… imagina o seguinte … em 2004 eu comprei uma 20D que era “a camera dos PRO” e fiz campanhas grandes com muita responsabilidade tipo Natura, Tissot e outras … hoje eu vejo gente que sofre com a falta de técnica e coloca a culpa na camera que tem ISO “só” 3.200 quando no tempo do analógico o máximo disponível era ISO 400 e a gente fazia tudo sem problema nenhum.

Eu escrevi este artigo porque tem muita gente que não precisa gastar nada tendo uma camera que tenha mais do que os 8,2 mpx disponíveis na 20D.

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EXIF: ISO 100 | FStop: 8.0 | Shutter: 1/8s | Exposure comp: -0,7

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EXIF: ISO 100 | FStop: 8.0 | Shutter: 1/8s | Exposure comp: -0,7

Aqui há uma história interessante a ser contada:

Logo que cheguei a Portugal, isso há 8 anos atrás, trouxe comigo a minha Camera 20D com uma lente 100-300mm | 4.5-5.6 | USM que usei em trabalhos grandes no Brasil onde o controle da divisão dos planos era a parte mais importante no briefing do Cliente.

Exemplos:

Natura https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151342794166352&set=a.10151342793816352.527326.595591351&type=3&theater
Natura https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151342794131352&set=a.10151342793816352.527326.595591351&type=3&theater

Eu sempre digo, e vou continuar a dizer, que isso acontece por saber usar a “faixa ótima” das minhas lentes e extrair delas todo o potencial ao invés de acreditar que devo gastar muito mais do que é preciso para obter os mesmos resultados das mais caras porque, afinal, eu vivo da Fotografia e conheço o meu equipamento!!!!

No caso desta foto de hoje, eu fui contratado para fazer parte do time oficial dos Fotógrafos Oficiais credenciados e tinha que aproveitar a oportunidade para criar portfolio na Europa em novas áreas de negócio. A minha credencial era “PRESS” (Free Pass) e no dia lá fui eu para o VIP SPACE onde estavam os colegas mais “feras” com suas lentes gigantes apoiadas em monopés enquanto eu vinha com a minha 20D e uma lentezinha no meio deles … alguns olhavam para mim com um ar de “WTF??!”.

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Muitos já tinham bebido vários Red Bull com Whisky (do bom!!!), um sol de rachar na cabeça … começa a corrida de aviões e logo ali reparei que aquilo era uma “fábrica de salsichas fotográficas” porque estavam todos sentadinhos ao lado do outro e quando o avião passava todas as lentes faziam um ballet coordenado e todas as fotos sairiam praticamente iguais, com o mesmo fundo, etc … e para piorar, a manobra de entrada do piloto na frente do pit dos fotógrafos era com o dorso do avião e isso não era bom para divulgação do evento (BINGO!!!).

Foi ai que lembrei da estória de David e Golias e da filosofia do “No Education” do Pink Floyd (vale a pena ver esse video clip que é um show de direção de fotografia: https://www.youtube.com/watch?v=kAGkuPaatdc) e resolver sair de lá para encontrar o meu enquadramento e a minha forma de expressão.

Lembrei que do outro lado do rio Douro eu tinha um Cliente novo (Simbiose) na área de fotos de gastronomia e que lá havia um sotão onde eu poderia fazer um trabalho diametralmente oposto com as enormes vantagens de ter o cockpit na foto com a área VIP do Red Bull Air Race ao fundo!!! (e ainda estar com o meu Cliente tomando um vinho português maravilhoso!!).

Nesse tipo de fotografia, o primeiro raciocínio é “É tudo muito rápido, então vou colocar a velocidade de obturação lááááááá nas nuvens e assim consigo resolver o problema de arrastamento do avião!!! E o pior é que a grande maioria dos “professores” ensinam assim … mas o movimento de rotação da hélice é muiiiiiiiiiiiito importante para que o realismo, a ação e o movimento estejam presentes na mensagem, caso contrário, não tem valor nenhum e eu não conseguiria estar no site oficial da Red Bull e no ano seguinte perderia o crachá de PRESS (Free Pass). Muita gente nem faz idéia da importância em conseguir criar tecnicamente a combinação ideal de velocidade x abertura (no ponto ótimo sempre) x panning horizontal sem movimento redundante (= variação vertical durante o panning horizontal) … isso tudo sem errar a pontaria e ainda tendo que fazer uma composição minimamente encaixada na lei dos terços e os seus pontos fortes.

Reparem que o White Balance aqui tem duas situações principais:

1) Daylight na área VIP onde estão todas aquelas pessoas.
2) Shadow na parte inferior onde estáo paredão (que tem valores Kelvin mais altos (entre 6.500 a 7.000K) puxando os tons neutros do concreto para “azulados”.

Optei por Daylight e assim usava essa distorção das sombras como fundo para os vermelhos e na minha opinião isso aumentou o contraste geral das cores.

No dia seguinte, recebi um email da Central de Imprensa com um aviso de que a minha foto estava entre as escolhidas e depois vim a saber que alguns pilotos elogiaram a nitidez em contraponto com a velocidade e que no evento seguinte estaria entre os que teriam livre acesso novamente.

Vou colocar aqui algumas das outras fotos que foram aprovadas pela RED BULL feitas com a lente 18-55mm do kit (e ainda nem tinha estabilizador):

Portfolio-2009-Fernando-Bagnola-Photographer-(68) Portfolio-2009-Fernando-Bagnola-Photographer-(69) Portfolio-2009-Fernando-Bagnola-Photographer-(70) Portfolio-2009-Fernando-Bagnola-Photographer-(71) Portfolio-2009-Fernando-Bagnola-Photographer-(72) Portfolio-2009-Fernando-Bagnola-Photographer-(73) Portfolio-2009-Fernando-Bagnola-Photographer-(74) Portfolio-2009-Fernando-Bagnola-Photographer-(75)

Ninguém me perguntou que camera eu tinha usado!!!
Ou seja, “O que importa é ter o cérebro full frame e não a camera!”

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Obrigado e até a próxima!!! É NÓIS!!! 🙂

Fernando Bagnola (by Max Moor)Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.

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FOTOGRAFIA DE MODA | ILUMINAÇÃO TRIANGULAR COMBINADA EM EXTERIOR

APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL”
“ILUMINAÇÃO TRIANGULAR COMBINADA: LUZ NATURAL + FILL FLASH COM SPEEDLITE NA CAMERA + PHOTOGEL CTO 1/4 + FILL LIGHT NATURAL”

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Olá, Amigos da EFO!!!! (Y)

Quantas vezes eu ouço dos meus Alunos Individuais ou nos Workshops, esta frase: “-Eu preciso melhorar o meu equipamento!”

Quando eu pergunto qual equipamento esta pessoa tem, normalmente, a resposta é:

“-Você já tem tudo o que precisa para começar a ganhar dinheiro e não precisa gastar nada!!!”

Basta escolher um nicho de mercado que esteja adaptado ao equipamento e ir capitalizando até poder fazer um upgrade no equipamento e avançar para novas áreas da fotografia profissional.

Exemplo: Se você gosta de Fotografia de Moda, pode perfeitamente atender as Agências de Modelos, Bloggers de Moda, Books, … e não precisa de uma full frame já que as cameras atuais com sensor APS-C são muito mais baratas e o mais inteligente é investir em boas lentes que no futuro sejam compatíveis com uma full frame. O que vejo na maioria das vezes, é gente que tem uma camera caríssima e fica sem dinheiro para comprar uma boa lente optando por marcas alternativas por serem mais baratas … ERRADO!!!! (o mais inteligente é fazer o contrário pq a lente faz toda a diferença!!!)

Foi por isso que resolvi criar uma série de sessões onde uso uma camera EOS 20D com “só” 8,2 megapixels e desta forma provo que minha teoria funciona!!! Escolhi a objetiva 50 mm/2.5/ Compact Macro/ 1:1 (1/3 de fstop mais luminosa do que as 2.8 e me dá 1 fstop 32 em relação as que param no 22) que tem muita qualidade normalmente usada para os meus trabalhos de jóias em estúdio e um flash portátil 580 EX (anterior ao EX II) com o Photogel CTO 1/4 para utilizar em “modo” corretivo para reequilibrar o White Balance das zonas de sombra que tendem para Cyan (na faixa 6.500 a 7.000 Kelvin) … e pronto!!!

PHOTOGELS FILTERS 2

canon-eos-20d

ExpoImaging-Rogue-Flash-Gels

Canon-EF-50mm-f-2.5-Compact-Macro-Lens

Para tornar tudo muito mais adrenalizante, o autofoco dessa objetiva não é “Ultrasonic”(mais adequada para produtos) e, portanto, é muito lento para Moda, e isso me obrigou a usar o foco manual que é algo que já fazia no tempo da fotografia analógica.

O grande segredo do sucesso nunca está no equipamento e sim no cérebro de quem fotografa porque aqui há uma construção triangular associada à Lógica que a Fotografia contém e que poucos imaginam, infelizmente!

Usei aqui a fotometria manual com o meu inseparável fotômetro/flashmeter Minolta VF e comecei a fazer toda a fotometria a partir do fundo usando o Sistema de Zonas passando da Zona 5 para a Zona 8 como se estivesse expondo para as sombras para criar uma moldura mais clara para o corpo que estaria em contraluz.

Usei o cálculo do Numero Guia* deste flash (sempre em Manual) que é 58 para calcular a potência ideal dentro da Faixa Ótima* dos f/stops dessa lente que é de 7.1 a 18 (o Ponto Ótimo* é o fstop 11).

Resumindo a triangulação X, X/2 e X/4 (sempre com a precisão do fotometro/flashmeter para poder manter detalhes nos brancos que é fundamental na Fotografia de Moda):

X = Fundo
X/2 = Flash com metade da leitura fotométrica
X/4 = Fill light lateral da areia e paredão de pedra do lado direito.

Tenho absoluta certeza que todos os meus Alunos presenciais ou por SKYPE entenderam completamente tudo o que eu expliquei aqui e isso mostra, mais uma vez, que “O Cérebro é que tem de ser Full Frame e não a Camera!”.

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Muito obrigado!!!

Abreijos … É NÓIS!!!! TAMUJUNTO!!! 🙂

Modelo: Mariana Alessandra
Make up/Hair: Mariana Alessandra
Styling: US
Making of (video em breve): Pedro Alexandre
Fotografia/Direção: Fernando Bagnola

Fernando Bagnola (by Max Moor)Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984, atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de Workshops de Iluminação e Cursos à distância (Skype) por vídeo-conferência com alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.


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TUTORIAL 4 – FOTOGRAFIA DE MODA E O “SHALLOW FOCUS”

SHALLOW FOCUSfotografia analógica / NIKON F5 / lente 80-200-2.8 / distância focal escolhida: 135 mm

Olá Amigos da EFO!!!

Essa é uma técnica que gosto muito de usar em fotos de Beauty criando combinações de maior abertura x altas velocidade que resultem em profundidade de campo muito pequena onde a zona focada fica restrita a 3 ou 4 cm e a partir dai acontece o desfoque do primeiro e segundo planos.

Há aqui 3 “segredos”:

1) Fazer o foco nos olhos e usar (sempre!!!) distâncias focais a partir dos 135 mm pois isso facilita o desfoque do segundo plano e aumenta a sensação de profundidade dando destaque ao plano principal onde a modelo está chamando a atenção para os detalhes da produção de moda (styling, make up, hair e expressão).

2) Fazer o preenchimento das sombras (fill light) com o lado branco do refletor que devolve a luz difusa facilitando o uso de aberturas maiores (as de números menores). Isso traz uma vantagem a mais que é um efeito fantástico nos olhos (catch light) que fica bem interessante desde que se aproxime bastante o refletor do lado a preencher com luz para esta estar menos contrastada e melhor distribuida no enquadramento.

3) Criar duas linhas imaginárias perpendiculares na distribuição da iluminação tendo o sol com Luz de Recorte e não como Luz Principal para ter o rosto da modelo na sombra e poder usar aberturas maiores (menores no número) controlando o preenchimento com o Refletor. Isso coloca o Sol paralelo à camera e ajuda a evitar o flare que é a invasão dos raios solares diretamente sobre a lente.

As revistas e as agências de modelo adoram esse tipo de fotografia para capas e composites.

Bons clicks!!!!! É NÓIS!!! 🙂

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Modelo: Isabel Mota 
Make up/Hair: Henrique Mello
Fotografia: Fernando Bagnola

 

Fernando Bagnola
Fotógrafo Profissional, Formador e Diretor da EFO – Escola de Fotografia Online   


 

Fernando Bagnola (by Max Moor)Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1994 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
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