EFOtv (HD) | STROBIST | MILAGRE!!! CACTUS V6, O TRANSCEIVER QUE RESSUSCITA SPEEDLITES!!!

Atenção, Strobistas!!!

Neste video eu explico como funciona o “START LEARNING”, uma função incrível do Transceiver Cactus V6 que foi capaz de ressuscitar o meu Speedlite CANON 580EX que estava morto e enterrado há 2 anos!!!

O que era prejuízo voltou a dar lucro!!! MILAGRE!!! Yeah!!! 😉

Abreijos!!! É NÓIS!!!

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Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de Moda e Publicidade, vive em Portugal há 9 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
Portfolio: www.fernandobagnola.com               Workshops: http://workshop.fernandobagnola.com 

FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO BUTTERFLY DE CONTRASTE INVERTIDO”

Olá, Amigos da EFO!

Hoje vou ensinar como fazer um esquema de iluminação que funciona muito bem para Beauty, Moda e Retratos (Femininos) que pode ser montado com speedlites ou strobes de estúdio com o mesmo resultado final.

Eu dei o nome de “Iluminação de Contraste Invertido” porque normalmente a luz frontal é mais suave e a do fundo é mais dura. Porém, aqui eu inverti as sombrinhas e usei na frente a prateada que é mais dura e no fundo a translúcida que cria um tom cinza em gradiente (degradê) mais encaixado naquilo que eu queria como contraste geral da fotografia na relação entre todos os EV´s dos dois planos (fundo e modelo).

É uma iluminação Butterfly que vem dos anos 40 e 50 com um toque moderno já que exclui as Zonas 0, 1, 9 e 10 da Escala do Sistema de Zonas e mantive os entre as Zonas 2 e 8 lembrando o que eu fazia no tempo da fotografia analógica quando optava por reveladores mais suaves e depois fazia a ampliação usando filtragem 2 com Papel Multigrade (0 a 5).

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(modelo: Winnetoo / Make Up & Hair Omar Bergea / Foto: Fernando Bagnola)

Aqui está o esquema detalhado para que Vocês consigam praticar com segurança.

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Até a próxima!!!

Obrigado e um grande abraço!
TAMUJUNTO!!! 🙂

Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, África, Brasil e Portugal.
portfolio: www.fernandobagnola.com               workshops: http://workshop.fernandobagnola.com 

 

FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO QUADRANGULAR COM 3 FLASHES PORTÁTEIS + REFLETOR”

“APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL EM ESTUDIO”                       (FUNCIONA DA MESMA FORMA COM STROBES DE ESTÚDIO)

FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO QUADRANGULAR DE 3 FLASHES + REAPROVEITAMENTO DA LUZ PARASITA COMO FILL LIGHT COM REFLETOR PRATEADO COM A LUZ PRINCIPAL EM FEATHERING LIGHT*”

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Bom dia, amigos!!! 🙂

Aqui há algumas técnicas de iluminação bastante interessantes que fui aprendendo nos meus quase 30 anos de fotografia profissional.

Vejo muita gente que “bota luz” quando deveria “iluminar” e que não faz idéia do que deve estar no raciocinio antes de fazer a escolha dos acessórios (modifiers).

Hoje vou praticamente dar uma aula sobre o assunto … E melhor de tudo … Grátis!!! 😉

Acho que até vou “inventar” um workshop para qualquer parte do mundo sobre “técnica de iluminação de estúdio com flashes portáteis e strobes” …

O que acham?!

Quem estiver interessado, é só entrar em contato comigo pelo facebook (inbox) e passamos 2 dias fantásticos onde ensino tudo o que sei sobre o assunto, ok?

A partir de agora, quero que cada um de vocês venha comigo e me acompanhe por esta  foto para que eu possa explicar os motivos que me levaram a escolher cada modifier:

1401190_10152141019866352_714537316_o(modelo: Jaque Martins / Make up & Hair: Omar Bergea / Styling: Vanessa M)

1) A luz de recorte feita com sombrinha prateada+um flash portátil em 1/2 potência (que pode ser  também strobe de estudio):

Dica: A  luz de recorte deve sempre ser calculada para se destacar das outras e a sombrinha prateada devolve a luz numa configuração entre soft (difusa) e contrastada criando uma linha que percorre o lado esquerdo da modelo desde o antebraço até a parte superior da cabeça.

2) A posição e ângulo da sombrinha manda uma parte da luz  1 cria o recorte mas a luz que se perde (luz parasita) passa pelo fundo e é recuperada pelo refletor prateado (2) fazendo o preenchimento (fill light) no lado direito da foto recuperando a textura dos cabelos (importante!!!)

 3)  Esta é nossa luz principal construida com um flash portátil+softbox 60×60 cm (daquelas bbb … boa, bonita e barata) apontada para o fundo (reparem) para que eu possa usar a lateral do modifier que dá uma luz muito mais interessante do que simplesmente apontar para a modelo como vejo tantos pseudo-formadores que andam por ai espalhados aos milhões (e ganhando muito dinheiro).

“Feathering light” é algo que uso há muitos anos e na prática significa que vc pode usar a posição não frontal da luz controlando a transição tonal das altas luzes para as sombras criadas pela lateral do modifier (melhores resultados com softbox ou beauty dish por terem a borda mais definida).

Vou bater na mesma tecla e repetir que a  precisão do flashmeter/fotometer é de 1/10 (décimos de fstop) enquanto no olhômetro/chutômetro só se pode ajustar de 1/3 de fstop!!!

O ”olhômetro”  pode funcionar razoavelmente bem quando todas as fontes são “limpas”, ou seja, sem qq modifier que como o próprio nome diz, “muda a luz” e isso muda, também, o numero guia de cada flash tornando impossível, pelo menos para mim, ajustar a luz com precisão e segurança na frente do Cliente.

Como já sei que muitos de vocês vão perguntar a minha opinião sobre “o melhor flashmeter” vou colocar aqui uma boa opção que tem a melhor relação custo x qualidade x benefício que muitos alunos compraram por ser mais barata e com possibilidade de regulagem dos incrementos de ev +/- 0,3 e isso já dá resultado coerente com cameras configuradas para variações de +/- 0,3 nos f/stops (terços).

Sekonik l308s e segue o video que ajuda muito:

4) Um snoot aqui entra completamente fora do “habitat” natural (\0/) que é como luz de cabelo que eu detesto pq tem sempre um efeito especular (brilho pontual mal distribuido) … Mas, aqui, está apontado diretamente para a região entre o queixo e a coxa onde os ev estavam em zonas muito distantes da escala do sistema de zonas como todos os meus alunos também já sabem!!!

Quem ainda não sabe o que é o sistema de zonas e como ele pode mudar (para melhor, claro!!) Completamente a sua fotografia, pode ver o meu e-book low cost que “cost” o mesmo que um café+pão com manteiga e está no link:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151308119816352&set=a.10150652094791352.447992.595591351&type=3&theater

A relação dos EV´s na fotometria ficou assim:

Flash 1: 1/2 potência no flash (a luz mais forte aqui)

Refletor 2: Usar a Lei do Inverso do Quadrado da Distância aproximando ou afastando até que a leitura no ombro seja igual à 1/2 da leitura do flash 1) ou usar a regulagem da potência diretamente no flash.

Flash 3: 1/4 potência no flash (seria 1/2 em relação ao flash 1)

Flash 4: exatamente a mesma leitura que estiver no ombro da modelo.

Fazer isso sem flashmeter e acertar tudo logo na primeira??!

Eu duvido!!!! 😉

Mas há quem não ligue à minima em estar ao lado do cliente num tal de clica>olha interminável … Mas não é o meu estilo!!!

Abreijos!!!!  … Tamujunto!!!

É NÓIS!!! 🙂

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Obrigado e um grande abraço!

Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
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TÉCNICA DE ILUMINAÇÃO PARA FOTOGRAFIA DE MODA (com esquema de luz completo)

“APRENDA A USAR O FLASH EM ESTÚDIO”
(com esquema completo de luz para strobes de estúdio ou speedlites)

Olá, Amigos da EFO!!!

Aqui vai um exemplo de iluminação muito utilizada em moda e que está baseada no triângulo Separation Light – Key Light – Fill Light mas com ratios um pouco diferentes na relação entre Luz Principal, Luz de Preenchimento e Luz de Recorte.

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(modelo: Pamela-ELITE | make up/hair: Omar Bergea | Foto: Fernando Bagnola)

Na prática, e simplificando para que todos possam entender e, melhor ainda, que possam conseguir os mesmos resultados com flashes portáteis, há um flash acima da cabeça com regulagem de potência que é o dobro em relação ao que fica na frente como Luz Principal na frente da modelo com uma sombrinha branca (refletora) que produz sombras mais marcantes dando mais tridimensionalidade.

Fechando a iluminação triangular, há outro flash com sombrinha branca (refletora) com a mesma potência do frontal, porém, com o dobro da distância que corresponde a perda de 3/4 da luz segundo a lei do Inverso do Quadrado da Distância que uso desde o tempo que fazia os meus trabalhos em fotografia analógica.

Exemplo: Se a leitura do fotômetro do flash superior que faz a luz nos cabelos estivesse em 11, valor da medição frontal deveria dar 1 f/stop a menos, (fstop 8) e o terceiro deve dar menos 1 fstop em relação ao segundo (fstop 5.6) que corresponde, exatamente, a 1/4 da potência do primeiro.

Embora veja pouca gente usando sombrinhas, posso garantir que é uma forma excelente de conseguir bom contraste na captação sem precisar recorrer aos programas de edição que atingem a toda a imagem e desta forma evito a perda de detalhes das Zonas de altas luzes (testa, ombro e lateral do corpo).

Um detalhe importante, para quem gosta de ir a fundo nas coisas, aqui também podemos ver a aplicação prática do sistema de zonas no fundo que aparece levemente acinzentado porque eu afastei a modelo do fundo branco da luz fazendo com que baixasse de zona na escala de cinzas resultando nesse soft gradient (degradê invertido) já que a zona inferior do fundo recebe mais luz refletida do chão.

Um esquema que as agências de modelo gostam muito nos composites e serve também para fotos de Beauty exatamente pelo controle preciso dos brilhos e texturas da pele e dos tons do make up.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

Fiquei muito contente em ver que muita gente gostou da minha ideia de criar um novo post com o esquema de iluminação detalhado no dia seguinte à publicação de uma foto minha.

E como ontem, dois bons Amigos mandaram mensagens de alerta sobre um possível erro que havia numa das notas (post it em amarelo no esquema), resolvi criar uma resposta geral aqui porque está tudo correto e vou explicar mais uma vez para que todos possam entender como funciona a “ILUMINAÇÃO TRIANGULAR: RATIO (X) (X/2) (X/4)”:

Pamela 1

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Filipe Marinho (Portugal)
Oi Fernando,
No esquema de luzes da foto que acabei de comentar tem um erro no post it FOTOMETRIA: 3) x/4 (1/2 da 2) … em vez de 1/2 da 1. Aviso para corrigir.
Um abraço
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Celso Nakamura (Japão)
Bom dia Sensei,
No esquema de luz q você fez na foto está escrito q X/4 é ½ da 1 mas não é ¼ da 1? Abraço
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Respostas:

Olá (Celso e Filipe):

Não tem nada errado ali. 🙂

Eu já imaginava que alguns iriam pensar que eu errei mas está tudo bem afinado e agradeço pela atenção aos detalhes e, antes de tudo, pela amizade.

É a Lei do Inverso do Quadrado da Distância na prática que eu uso há 30 anos, (inclui um exemplo visual aqui), que diz assim:

“Dobrou a distância, perde 3/4 da luminância (75%)” e para quem usa o olhômetro (ainda!?), depois faz um ajuste fino de 1/3 de fstop .

Resumindo e concluindo:

2015-01-15 22.48.04

O que vale aqui é o resultado final da fotometria no ratio (X) (X/2) (X/4) sempre com uma diferença de 1fstop entre elas usando a potência da fonte ou a Lei do Inverso do Quadrado da Distância como opção se não houver espaço suficiente no estúdio e também por ser a única forma é para quem não tem fotômetro (ainda!?) poder fazer também. Para quem usa fotômetro já faz isso com precisão decimal (1/10 em relação ao 1/3 do olhômetro) na regulagem da potência diretamente sem se preocupar com mais nada.

A 2 (X/2) tem 1/2 da leitura da 1 e a 3 também, mas a 3 (X/4) com o dobro da distância da 2 que faz o mesmo efeito de ter 1/2 da potência da 2 como eu escrevi no post it.

2015-01-15 22.45.55

E não tem nada a ver com a potência regulada na fonte de luz … até porque se usarmos um modifier (acessório modificador) diferente entre elas a potência pode ser a mesma mas a fotometria vai mudar e temos que reajustar até que dê o valor de 1/2 da X1 para a 2 e 1/2 da X2 para a 3 e vem dai a importância fundamental do fotômetro nessa hora.

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Vou incorporar esta observação no final do post da EFO e agradeço, mais uma vez por terem feito a pergunta muito oportuna.

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Grande abraço Celso e Filipe e espero que tenham entendido.

É NÓIS!!! 🙂

 

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Obrigado e um grande abraço!

Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
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FOTOGRAFIA STROBIST DE MODA & BEAUTY

Bom dia, Amigos da EFO!!!

EFO 3

Modelo: Alexandra Collares | Make up/Hair: Omar Bergea | Styling: Vanessa Moraes  

Resolvi tirar do meu Baú de Segredos uma das construções de iluminação criadas por mim que mais gosto de executar à qual dou o nome de ILUMINAÇÃO COMBINADA, por 3 razões principais:

1)      Por ser, literalmente, uma combinação de técnica STROBIST (flashes portáteis) assumindo o controle do disparo das cabeças de flash de estúdio juntamente com o aproveitamento da luz (fill light) através de 2 placas de esferovite brancas como mostra o diagrama que preparei.

 2)      A outra razão é porque cria uma volumetria interessante dentro de um ambiente high-key, o que não acontece normalmente nesse tipo de iluminação que tende para o aspecto mais “flat” nos padrões dos relevos em função dos EVs entre luzes e sombras muito mais próximos.

3)       É um esquema de iluminação que poder ajudar a quem quer entrar no mercado da Moda Editorial e também muito bem encaixado naquilo que as grandes agências de modelo precisam (e gostam).

EFO 1

Embora eu seja adepto fervoroso do flashmeter, sei que aqui em Portugal há uma linha de pensamento que dispensa esse importante equipamento já que, segundo esta corrente, “isso é coisa do passado analógico onde não havia possibilidade de avaliação pelo LCD ou pela análise do histograma.”

Acho isso uma grande … hmmm … deixe-me pensar bem antes de dizer isso para não ferir quem pensa assim … hmmm … uma enorme … hmmm … já sei … falta de precisão!!!  (sai bem dessa!\o/).

Para os que utilizam, ou não, o flashmeter o esquema de raciocínio é:

 1)      Construir essa “jaula” de luz conforme descrito em pormenor no diagrama lembrando sempre de manter ângulos de 45 graus ou que sejam múltiplos (90 graus, por exemplo).

 2)      Começar a medição fotométrica sempre de traz para frente pois isso evita estouros nas altas luzes provenientes das luzes de trás que criam esse recorte dos dois lados da modelo. Vale lembrar que a utilização de sombrinhas brancas é fundamental para que a característica da luz seja diferente da que vai preencher as sombras que é mais suave na combinação (sombrinha translúcida com retorno de luz nas placas de esferovite/isopor).        

Vamos então ao diagrama??!

EFO 2

Faça o primeiro disparo de teste e ajuste o que for necessário para que as altas luzes de recorte tragam detalhe da pele (se houver “estouros” vá fechando o diafragma de 1/3 em 1/3 de fstop até enxergar algum detalhe) … vou chamar de Medição 1.

3)      A partir dai vamos começar a ligar os flashes portáteis que ao final serão os comandantes (“por simpatia” como se diz em Portugal que significa por “célula fotoelétrica” no Brasil). A configuração deve sempre ser feita em modo MANUAL pois o TTL, segundo o que defendo, é para “fotógrafos lagartixas” e o manual mostra quem é “fotógrafo crocodilo”, da seguinte forma:

Medição 1 – 1 fstop = Flash à esquerda com sombrinha branca, ou seja:

Exemplo: Para os que não o utilizam a melhor combinação na camera foi 1/125 com fstop 8, o flash frontal à esquerda com sombrinha branca deverá estar em uma potência fracionada que dê fstop 5.6.

Para os que usam flashmeter tudo fica muito mais simples e rápido pois é fazer a medição 1 até obter os detalhes das altas luzes conforme expliquei e feito isso medir a parte frontal do rosto até obter 5.6.

4)      A outra luz frontal central com sombrinha translúcida tem a função que é criar um levíssimo preenchimento das sombras do lado direito (da foto) e deve ter 1/8 da potência que ficar definida para o flash portátil à esquerda e ajuda muito no catch light (esse brilho no olho que dá vida ao olhar num retrato).

Exemplo: Por hipótese, se depois do passo 4, o flash com sombrinha  branca em modo manual estiver com ½ o outro flash deverá estar regulado para 1/16 (já com a sombrinha, atenção!!).

5)      Ajuste as placas frontais que devem estar perfeitamente paralelas ao fundo de maneira que consiga enquadrar no espaço entre elas sem enxergar as luzes de recorte pois isso garante que não haverá invasão de luz na objetiva causando uma perda significativa de contraste ou flare em casos extremos (invasão de luz diretamente na lente causando aquelas manchas na imagem).

 6)      Essa luz cria uma zona de segurança de 2 metros (diâmetro à volta de modelo) onde a fotometria mantém-se a mesma (explorem!) e por isso serve também para trabalhos de corpo inteiro, para planos mais fechados como retratos ou mesmo close-up como esse que juntei ao diagrama para vcs poderem comparar com a foto que abre este tutorial.

 Abreijos, Galera!!!!! É NÓIS!!!! 🙂

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Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1994 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
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