EFOtv | FOTOGRAFIA DE MODA STROBIST | WORKSHOP ONE TO ONE PARA PROFISSIONAIS (VIDEO)

ATENÇÃO, STROBISTAS!!! 🙂

WORKSHOP ONE TO ONE PARA PROFISSIONAIS
STROBIST | Fotografia de Moda & Edição Avançada www.fernandobagnola.com

Dia 1 (de 4)
Iluminação Combinada com Ajuste Manual e WB manual (Kelvin).
Fotometria Manual Combinada – Matricial (X) e Fill Flash (X/2).
Aplicação prática da Lei do Inverso do Quadrado da Distância e Número Guia do Flash.
Fotografia de Moda em Movimento Constante – Backlight Matricial (X) e Fill Flash (X/2).
O Sistema de Zonas no Controle da Luminância do Céu (sem filtro polarizador ou ND).
“Pré-Golden Hour” Fotografia de Moda e o Controle do Flare Criativo com Fill Flash.
“Golden Hour” Fill Flash no Equilíbrio de EV do fundo com a modelo em Contraluz e WB manual.
“Pós-Golden Hour” O uso correto do ISO alto com Fill Flash para evitar o Ruído.

Equipamentos:
Speedlite Cactus RF 60 + Transceiver Cactus V6 II
Tripé Metz LS 200 (ideal para Strobist)

Fotógrafo Aluno: Marcio Thomaz (Brasil)
Modelo/Styling/MUA: Mariana Alessandra (Elite Lisbon)
Formador: Fernando Bagnola
Video & Edição: Fernando Bagnola

Apoios: Cactus Image | Robisa Portugal | Robisa Espanha | EFO

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Fernando Bagnola

Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de Moda e Publicidade, vive em Portugal há 9 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil, África e Portugal.

Embaixador da marca de equipamentos de iluminação Cactus:
http://www.cactus-image.com/ambassador-Fernando-Bagnola.html 
Portfolio: www.fernandobagnola.com               Workshops:
http://workshop.fernandobagnola.com

EFOtv Strobist (HD)| Invista com inteligência nos Equipamentos | Speedlites X Flashes de Estúdio

Olá Amigos da EFO!!!

Monte o seu estúdio investindo com inteligência em equipamentos de iluminação que servem para trabalhos de moda, publicidade, produtos, eventos sociais, etc.
 
Fiz este video para demonstrar aquilo que faço hoje em dia dentro do meu próprio estúdio profissional e também para que você pense muito bem antes de gastar sem necessidade.
 
Fica a dica de quem já está nessa estrada há mais de 30 anos e já testou muito equipamento nessa vida!!! 😉
 
É NÓIS!!! Tamujuntos!!! (Y)

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Fernando Bagnola

Fernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de Moda e Publicidade, vive em Portugal há 9 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil, África e Portugal.

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FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO BUTTERFLY DE CONTRASTE INVERTIDO”

Olá, Amigos da EFO!

Hoje vou ensinar como fazer um esquema de iluminação que funciona muito bem para Beauty, Moda e Retratos (Femininos) que pode ser montado com speedlites ou strobes de estúdio com o mesmo resultado final.

Eu dei o nome de “Iluminação de Contraste Invertido” porque normalmente a luz frontal é mais suave e a do fundo é mais dura. Porém, aqui eu inverti as sombrinhas e usei na frente a prateada que é mais dura e no fundo a translúcida que cria um tom cinza em gradiente (degradê) mais encaixado naquilo que eu queria como contraste geral da fotografia na relação entre todos os EV´s dos dois planos (fundo e modelo).

É uma iluminação Butterfly que vem dos anos 40 e 50 com um toque moderno já que exclui as Zonas 0, 1, 9 e 10 da Escala do Sistema de Zonas e mantive os entre as Zonas 2 e 8 lembrando o que eu fazia no tempo da fotografia analógica quando optava por reveladores mais suaves e depois fazia a ampliação usando filtragem 2 com Papel Multigrade (0 a 5).

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(modelo: Winnetoo / Make Up & Hair Omar Bergea / Foto: Fernando Bagnola)

Aqui está o esquema detalhado para que Vocês consigam praticar com segurança.

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Até a próxima!!!

Obrigado e um grande abraço!
TAMUJUNTO!!! 🙂

Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, África, Brasil e Portugal.
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FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO QUADRANGULAR COM 3 FLASHES PORTÁTEIS + REFLETOR”

“APRENDA A USAR O FLASH PORTÁTIL EM ESTUDIO”                       (FUNCIONA DA MESMA FORMA COM STROBES DE ESTÚDIO)

FOTOGRAFIA DE MODA: “ILUMINAÇÃO QUADRANGULAR DE 3 FLASHES + REAPROVEITAMENTO DA LUZ PARASITA COMO FILL LIGHT COM REFLETOR PRATEADO COM A LUZ PRINCIPAL EM FEATHERING LIGHT*”

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Bom dia, amigos!!! 🙂

Aqui há algumas técnicas de iluminação bastante interessantes que fui aprendendo nos meus quase 30 anos de fotografia profissional.

Vejo muita gente que “bota luz” quando deveria “iluminar” e que não faz idéia do que deve estar no raciocinio antes de fazer a escolha dos acessórios (modifiers).

Hoje vou praticamente dar uma aula sobre o assunto … E melhor de tudo … Grátis!!! 😉

Acho que até vou “inventar” um workshop para qualquer parte do mundo sobre “técnica de iluminação de estúdio com flashes portáteis e strobes” …

O que acham?!

Quem estiver interessado, é só entrar em contato comigo pelo facebook (inbox) e passamos 2 dias fantásticos onde ensino tudo o que sei sobre o assunto, ok?

A partir de agora, quero que cada um de vocês venha comigo e me acompanhe por esta  foto para que eu possa explicar os motivos que me levaram a escolher cada modifier:

1401190_10152141019866352_714537316_o(modelo: Jaque Martins / Make up & Hair: Omar Bergea / Styling: Vanessa M)

1) A luz de recorte feita com sombrinha prateada+um flash portátil em 1/2 potência (que pode ser  também strobe de estudio):

Dica: A  luz de recorte deve sempre ser calculada para se destacar das outras e a sombrinha prateada devolve a luz numa configuração entre soft (difusa) e contrastada criando uma linha que percorre o lado esquerdo da modelo desde o antebraço até a parte superior da cabeça.

2) A posição e ângulo da sombrinha manda uma parte da luz  1 cria o recorte mas a luz que se perde (luz parasita) passa pelo fundo e é recuperada pelo refletor prateado (2) fazendo o preenchimento (fill light) no lado direito da foto recuperando a textura dos cabelos (importante!!!)

 3)  Esta é nossa luz principal construida com um flash portátil+softbox 60×60 cm (daquelas bbb … boa, bonita e barata) apontada para o fundo (reparem) para que eu possa usar a lateral do modifier que dá uma luz muito mais interessante do que simplesmente apontar para a modelo como vejo tantos pseudo-formadores que andam por ai espalhados aos milhões (e ganhando muito dinheiro).

“Feathering light” é algo que uso há muitos anos e na prática significa que vc pode usar a posição não frontal da luz controlando a transição tonal das altas luzes para as sombras criadas pela lateral do modifier (melhores resultados com softbox ou beauty dish por terem a borda mais definida).

Vou bater na mesma tecla e repetir que a  precisão do flashmeter/fotometer é de 1/10 (décimos de fstop) enquanto no olhômetro/chutômetro só se pode ajustar de 1/3 de fstop!!!

O ”olhômetro”  pode funcionar razoavelmente bem quando todas as fontes são “limpas”, ou seja, sem qq modifier que como o próprio nome diz, “muda a luz” e isso muda, também, o numero guia de cada flash tornando impossível, pelo menos para mim, ajustar a luz com precisão e segurança na frente do Cliente.

Como já sei que muitos de vocês vão perguntar a minha opinião sobre “o melhor flashmeter” vou colocar aqui uma boa opção que tem a melhor relação custo x qualidade x benefício que muitos alunos compraram por ser mais barata e com possibilidade de regulagem dos incrementos de ev +/- 0,3 e isso já dá resultado coerente com cameras configuradas para variações de +/- 0,3 nos f/stops (terços).

Sekonik l308s e segue o video que ajuda muito:

4) Um snoot aqui entra completamente fora do “habitat” natural (\0/) que é como luz de cabelo que eu detesto pq tem sempre um efeito especular (brilho pontual mal distribuido) … Mas, aqui, está apontado diretamente para a região entre o queixo e a coxa onde os ev estavam em zonas muito distantes da escala do sistema de zonas como todos os meus alunos também já sabem!!!

Quem ainda não sabe o que é o sistema de zonas e como ele pode mudar (para melhor, claro!!) Completamente a sua fotografia, pode ver o meu e-book low cost que “cost” o mesmo que um café+pão com manteiga e está no link:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151308119816352&set=a.10150652094791352.447992.595591351&type=3&theater

A relação dos EV´s na fotometria ficou assim:

Flash 1: 1/2 potência no flash (a luz mais forte aqui)

Refletor 2: Usar a Lei do Inverso do Quadrado da Distância aproximando ou afastando até que a leitura no ombro seja igual à 1/2 da leitura do flash 1) ou usar a regulagem da potência diretamente no flash.

Flash 3: 1/4 potência no flash (seria 1/2 em relação ao flash 1)

Flash 4: exatamente a mesma leitura que estiver no ombro da modelo.

Fazer isso sem flashmeter e acertar tudo logo na primeira??!

Eu duvido!!!! 😉

Mas há quem não ligue à minima em estar ao lado do cliente num tal de clica>olha interminável … Mas não é o meu estilo!!!

Abreijos!!!!  … Tamujunto!!!

É NÓIS!!! 🙂

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Obrigado e um grande abraço!

Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 8 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
portfolio: www.fernandobagnola.com               workshops: http://workshop.fernandobagnola.com 

 

TÉCNICA DE ILUMINAÇÃO PARA FOTOGRAFIA DE MODA (com esquema de luz completo)

“APRENDA A USAR O FLASH EM ESTÚDIO”
(com esquema completo de luz para strobes de estúdio ou speedlites)

Olá, Amigos da EFO!!!

Aqui vai um exemplo de iluminação muito utilizada em moda e que está baseada no triângulo Separation Light – Key Light – Fill Light mas com ratios um pouco diferentes na relação entre Luz Principal, Luz de Preenchimento e Luz de Recorte.

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(modelo: Pamela-ELITE | make up/hair: Omar Bergea | Foto: Fernando Bagnola)

Na prática, e simplificando para que todos possam entender e, melhor ainda, que possam conseguir os mesmos resultados com flashes portáteis, há um flash acima da cabeça com regulagem de potência que é o dobro em relação ao que fica na frente como Luz Principal na frente da modelo com uma sombrinha branca (refletora) que produz sombras mais marcantes dando mais tridimensionalidade.

Fechando a iluminação triangular, há outro flash com sombrinha branca (refletora) com a mesma potência do frontal, porém, com o dobro da distância que corresponde a perda de 3/4 da luz segundo a lei do Inverso do Quadrado da Distância que uso desde o tempo que fazia os meus trabalhos em fotografia analógica.

Exemplo: Se a leitura do fotômetro do flash superior que faz a luz nos cabelos estivesse em 11, valor da medição frontal deveria dar 1 f/stop a menos, (fstop 8) e o terceiro deve dar menos 1 fstop em relação ao segundo (fstop 5.6) que corresponde, exatamente, a 1/4 da potência do primeiro.

Embora veja pouca gente usando sombrinhas, posso garantir que é uma forma excelente de conseguir bom contraste na captação sem precisar recorrer aos programas de edição que atingem a toda a imagem e desta forma evito a perda de detalhes das Zonas de altas luzes (testa, ombro e lateral do corpo).

Um detalhe importante, para quem gosta de ir a fundo nas coisas, aqui também podemos ver a aplicação prática do sistema de zonas no fundo que aparece levemente acinzentado porque eu afastei a modelo do fundo branco da luz fazendo com que baixasse de zona na escala de cinzas resultando nesse soft gradient (degradê invertido) já que a zona inferior do fundo recebe mais luz refletida do chão.

Um esquema que as agências de modelo gostam muito nos composites e serve também para fotos de Beauty exatamente pelo controle preciso dos brilhos e texturas da pele e dos tons do make up.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

Fiquei muito contente em ver que muita gente gostou da minha ideia de criar um novo post com o esquema de iluminação detalhado no dia seguinte à publicação de uma foto minha.

E como ontem, dois bons Amigos mandaram mensagens de alerta sobre um possível erro que havia numa das notas (post it em amarelo no esquema), resolvi criar uma resposta geral aqui porque está tudo correto e vou explicar mais uma vez para que todos possam entender como funciona a “ILUMINAÇÃO TRIANGULAR: RATIO (X) (X/2) (X/4)”:

Pamela 1

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Filipe Marinho (Portugal)
Oi Fernando,
No esquema de luzes da foto que acabei de comentar tem um erro no post it FOTOMETRIA: 3) x/4 (1/2 da 2) … em vez de 1/2 da 1. Aviso para corrigir.
Um abraço
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Celso Nakamura (Japão)
Bom dia Sensei,
No esquema de luz q você fez na foto está escrito q X/4 é ½ da 1 mas não é ¼ da 1? Abraço
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Respostas:

Olá (Celso e Filipe):

Não tem nada errado ali. 🙂

Eu já imaginava que alguns iriam pensar que eu errei mas está tudo bem afinado e agradeço pela atenção aos detalhes e, antes de tudo, pela amizade.

É a Lei do Inverso do Quadrado da Distância na prática que eu uso há 30 anos, (inclui um exemplo visual aqui), que diz assim:

“Dobrou a distância, perde 3/4 da luminância (75%)” e para quem usa o olhômetro (ainda!?), depois faz um ajuste fino de 1/3 de fstop .

Resumindo e concluindo:

2015-01-15 22.48.04

O que vale aqui é o resultado final da fotometria no ratio (X) (X/2) (X/4) sempre com uma diferença de 1fstop entre elas usando a potência da fonte ou a Lei do Inverso do Quadrado da Distância como opção se não houver espaço suficiente no estúdio e também por ser a única forma é para quem não tem fotômetro (ainda!?) poder fazer também. Para quem usa fotômetro já faz isso com precisão decimal (1/10 em relação ao 1/3 do olhômetro) na regulagem da potência diretamente sem se preocupar com mais nada.

A 2 (X/2) tem 1/2 da leitura da 1 e a 3 também, mas a 3 (X/4) com o dobro da distância da 2 que faz o mesmo efeito de ter 1/2 da potência da 2 como eu escrevi no post it.

2015-01-15 22.45.55

E não tem nada a ver com a potência regulada na fonte de luz … até porque se usarmos um modifier (acessório modificador) diferente entre elas a potência pode ser a mesma mas a fotometria vai mudar e temos que reajustar até que dê o valor de 1/2 da X1 para a 2 e 1/2 da X2 para a 3 e vem dai a importância fundamental do fotômetro nessa hora.

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Vou incorporar esta observação no final do post da EFO e agradeço, mais uma vez por terem feito a pergunta muito oportuna.

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Grande abraço Celso e Filipe e espero que tenham entendido.

É NÓIS!!! 🙂

 

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Obrigado e um grande abraço!

Fernando BagnolaFernando Bagnola, nascido em São Paulo, fotógrafo profissional desde 1984 atua nas áreas de moda e publicidade, vive em Portugal há 7 anos e desenvolve formações de Técnica Fotográfica e Edição no Photoshop através de workshops e cursos ao vivo por vídeo-conferência tendo alunos formados no Japão, Inglaterra, Brasil e Portugal.
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